sexta-feira, 15 de setembro de 2017
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Artista Jeferson Primo, de Itararé-SP
JEFFERSON PRIMO – Ator e Diretor de Teatro - Artista de Itararé-SP
FORMAÇÃO
1982/1984 Cia de Teatro Turma do Amazônio sob a Direção de José Gonzales de Diego-SP.
1984/1991 CPT - Centro... de Pesquisa Teatral - Sob a Direção de Antunes Filho-SP.
1985/1990 Expressão Corporal, incluindo Dança Flamenca com a professora Paula Martins. São Paulo- SP
1986 "Movimento e Expressão Psicobioenergético" com o Professor Jou Ecel Jia. CPT - Centro de Pesquisa Teatral. São Paulo- SP
1986 Estágio de Expressão Corporal com o assistente do diretor Peter Brook. São Paulo- SP
1984/1990 Aula de voz com as professoras Marlene Fortuna e Mônica Montenegro. CPT Centro de Pesquisa Teatral- São Paulo- SP
1989/1990 "Preparação Técnica e Mímica" com os professores Paulo Yutaka, Alice K. e Alberto Gaus. CPT - Centro de Pesquisa Teatral- São Paulo- SP
1988/1991 Circo Escola Picadeiro. São Paulo- SP
1987/1991 Tai Chi Chuan com o professor Roque Severino da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan e Cultura Oriental. São Paulo- SP
1989/1991 Curso de Capoeira na Escola "Fonte do Gravatá", com o mestre Assanhaço. São Paulo- SP
1993/1995 Curso de Capoeira na Escola Malungos, mestres Baianos e Gué. São Paulo-SP
1996 Curso de Capoeira na Associação de Capoeira de Sete Rasteiras do Mestre Geraldo dos Santos. Rio Claro-SP
FORMAÇÃO
1982/1984 Cia de Teatro Turma do Amazônio sob a Direção de José Gonzales de Diego-SP.
1984/1991 CPT - Centro... de Pesquisa Teatral - Sob a Direção de Antunes Filho-SP.
1985/1990 Expressão Corporal, incluindo Dança Flamenca com a professora Paula Martins. São Paulo- SP
1986 "Movimento e Expressão Psicobioenergético" com o Professor Jou Ecel Jia. CPT - Centro de Pesquisa Teatral. São Paulo- SP
1986 Estágio de Expressão Corporal com o assistente do diretor Peter Brook. São Paulo- SP
1984/1990 Aula de voz com as professoras Marlene Fortuna e Mônica Montenegro. CPT Centro de Pesquisa Teatral- São Paulo- SP
1989/1990 "Preparação Técnica e Mímica" com os professores Paulo Yutaka, Alice K. e Alberto Gaus. CPT - Centro de Pesquisa Teatral- São Paulo- SP
1988/1991 Circo Escola Picadeiro. São Paulo- SP
1987/1991 Tai Chi Chuan com o professor Roque Severino da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan e Cultura Oriental. São Paulo- SP
1989/1991 Curso de Capoeira na Escola "Fonte do Gravatá", com o mestre Assanhaço. São Paulo- SP
1993/1995 Curso de Capoeira na Escola Malungos, mestres Baianos e Gué. São Paulo-SP
1996 Curso de Capoeira na Associação de Capoeira de Sete Rasteiras do Mestre Geraldo dos Santos. Rio Claro-SP
OFICINAS MINISTRADAS:
1991 Oficina de Teatro no Colégio "Divino Salvador". Resultando na montagem da peça: "A Queda para o Alto" de Sandra Mara Hezer. Direção de Cláudio Mello. Jundiaí- SP
1992 Oficina de Teatro na Biblioteca Municipal de Jundiaí. Resultando na montagem de "Os Sete Gatinhos" de Nelson Rodrigues. Direção de Jefferson Primo. Jundiaí-SP
1994 Montagem do Monólogo "Antonin Artaud". Jundiaí-SP
1995 Oficina Preparatória para a Peça "A Grande Viagem de Merlim". Jundiaí-SP
1996 Montagem do Espetáculo " Van Gogh – Uma Homenagem a Antonin Artaud" na semana de reinauguração do Teatro Polytheama. Jundiaí- SP
1997 Produção e Direção do Show de "Nilo Amaro e seus Cantores de Ébano". Rio Claro- SP
CURSO de TEATRO na Casa da Cultura. Jundiaí- SP
Resultando nas montagens das peças:
1997 "A Tempestade" de Shakespeare. Jundiaí- SP
1997 "A Queda para o Alto" de Sandra Mara Hezer. Jundiaí- SP
1998 "Jesus – Homem" de Plínio Marcos. Jundiaí- SP
CURSO de TEATRO no Centro Cultural de Rio Claro- SP.
Resultando nas montagens das peças:
1997 "Madame Blavastsky" de Plínio Marcos. Rio Claro- SP
1997 Aulas de Teatro para Crianças Carentes no "Projeto Girassol". Rio Claro- SP
AULAS de DANÇA, CAPOEIRA e LITERATURA.
1997/1998 Curso de Teatro na Casa da Cultura de Jundiaí- SP
2000 “No Século XX mais uma vez eu quis voar” de Luis Felipe Zuniga. Rio Claro-SP
1997/2011 Curso de Teatro no Centro Cultural de Rio Claro- SP
2000/2010 Curso de Teatro para os Usuários do CAPS lll de Rio Claro- SP
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL (ATOR)
1982/1984 "Este Planeta é Meu", "Esta Floresta que era uma Festa" e "Corpore", textos e direção de José Gonzales de Diego. Grupo de Teatro "Turma do Amazônio". São Paulo- SP
1984/1991 "GRUPO DE TEATRO MACUNAÍMA", sob direção de ANTUNES FILHO. São Paulo- SP
Atuou nas seguintes montagens:
"Romeu e Julieta" de Shakespeare. Contracenou com Giulia Gam.
"Quaderna" de Ariano Suassuna.
"Macunaíma" de Mário de Andrade. Contracenou com Marco Antonio “Tonico”
"A Hora e a Vez de Augusto Matraga" de João Guimarães Rosa. Contracenou com Raul Côrtez, Luiz Mello e Geraldo Mário.
"Xica da Silva", adaptação de Luis Alberto de Abreu. Contracenou com Ailton Graça.
"Paraíso Zona Norte" de Nelson Rodrigues.
1989 "Bodas de Sangue" de Federico Garcia Lorca. Direção de Walter Portela. São Paulo- SP
1991/1995 "Kompanhia de Teatro Multimídia de São Paulo". Sob Direção de Ricardo Karman. Atuou nas seguintes montagens:
"O Santo e a Porca" de Ariano Suassuna. Contracenou com Francisco Carvalho e Yunes Chami.
"Performances com as Vídeos Criaturas" de Otávio Donasci.
"Viagem ao Centro da Terra" de Júlio Verne.
"A Grande Viagem de Mérlin" de Luis Alberto de Abreu.
1997/2011 CIA. QUANTA de TEATRO
"Madame Blavatsky" de Plínio Marcos
"Jesus Homem" de Plínio Marcos
“Balada de um Palhaço” de Plínio Marcos
“Navalha na Carne” de Plínio Marcos
2011 “Coppélia” Ballet Rafaela Martins
2012 CORPO ESTÁVEL de TEATRO de Jundiaí-SP
“Yerma” de Federico Garcia Lorca – Sob a Direção de Ruy Cortez
CINEMA- 1997 Participação no filme "Hans Staden". Direção de Luis Alberto Pereira. Contracenou com Stênio Garcia, Sérgio Mamberti, Beto Simas, Carlos Evelin e outros. Lançado em Abril de 2000.
PREPARADOR CORPORAL
CPT ( Centro de Pesquisa Teatral) sob direção de ANTUNES FILHO. Preparação Corporal das seguintes montagens:
"A Hora e a vez de Augusto Matraga"
"Rosa de Cabriúna" direção de Márcia Medina
"Xica da Silva" direção de Antunes Filho
"Macunaíma" direção de Antunes Filho
"Paraíso Zona Norte" como assistente de direção.
"Rumo a Damaskus" direção de Walter Portela.
CIA MULTÍMIDIA de São Paulo.
Preparação Corporal das seguintes montagens:
"Viagem ao Centro da Terra" 1992 - direção de Ricardo Karman.
"A Grande Viagem de Mérlin" 1995 - direção de Ricardo Karman.
1989/1994 MINISTROU AULAS de "Conscientização Corporal para Atores" no Colégio Profissionalizante INDAC. São Paulo- SP
TURNÊS
1982/1983 "Este Planeta é Meu...", "Esta Floresta que Era uma Festa" e "Corpore". Direção de José Gonzales de Diego. Apresentações em 64 Cidades Brasileiras.
1987 "Macunaíma" e "A Hora e a Vez de Augusto Matraga". Direção de Antunes Filho. França, Espanha, Alemanha, Áustria, Grécia e Canadá.
1988 "Xica da Silva" Direção de Antunes Filho. Japão e Coréia do Sul.
1990 "Paraíso Zona Norte". Direção de Antunes Filho. Rio de Janeiro, Venezuela e México.
1992 "O Santo e a Porca". Direção de Ricardo Karman. Itápolis, Botucatu e Jundiaí- SP.
1998 "Madame Blavatsky". Direção de Jefferson Primo. Pirassununga, Araras, Americana, Limeira, Piracicaba, Santa Bárbara D’Oeste e São Paulo- SP.
2011 “Navalha na Carne”. Direção de Jefferson Primo. São Paulo, Limeira, Jundiaí, Curitiba, Florianópolis, Joinvile, Criciúma.
2011 TURNÊ PERFORMÁTICA com a Banda Australiana Jarrah Thompson por 6 estados e 22 Cidades Brasileiras.
1997 – FUNDAÇÃO DA CIA QUANTA DE TEATRO- Rio Claro-SP.
Montagens Teatrais:
Madame Blavatsky – Plínio Marcos
Jesus-Homem - Plínio Marcos
Balada de um Palhaço – Plínio Marcos
Navalha na Carne – Plínio Marcos
Os Sete Gatinhos – Nelson Rodrigues
Toda Nudez Será Castigada – Nelson Rodrigues
Dorotéia – Nelson Rodrigues
Perdoa-me Por Me Traíres – Nelson Rodrigues
O Santo e a Porca – Ariano Suassuna
O Auto da Compadecida – Ariano Suassuna
A Menina de Lá – João Guimarães Rosa
Sorôco, sua Mãe, sua Filha – João Guimarães Rosa ( Com Usuários do CAPS lll Centro de Atenção Psicosocial )
A Tempestade – Willian Shakespeare
Sonho de uma Noite de Verão – Willian Shakespeare
PEÇAS INFANTIS
Sitio do Pica-Pau Amarelo – Monteiro Lobato
A Canção de Assis – Julio Fischer
O Menino do Dedo Verde – Maurice Druon
DOCUMENTÁRIOS, CURTAS, MÉDIAS E LONGAS-METRAGENS- Cinema Caipira Rio Clarense: em parceria com o Grupo Kino-Olho de Cinema do Cineasta João Paulo Miranda Maria.
Pirlimpsiquise – João Guimarães Rosa
14 Bis – Cia. Quanta de Teatro e Grupo Kino-Olho de Cinema
Quieta Non Movere – Cia. Quanta de Teatro e Grupo Kino-Olho de Cinema
O Alienista – Machado de Assis ( Com Usuários do CAPS lll )
Alberto Caieiro – Fernando Pessoa ( Com Usuários do CAPS lll )
Ricardo Reis – Fernando Pessoa
Álvaro de Campos – Fernando Pessoa
IDEALIZAÇÃO E CRIAÇÃO
Uterc– União Teatral de Rio Claro-SP
Festival de Teatro Regional de 2004 à 2009
Quanta Cultura- Arte e Cultura na Rua de 2004 a 2011
PRÊMIOS
Seis Prêmios na fase regional do "Mapa Cultural Paulista" 1998. Melhor diretor e melhor espetáculo com a peça "Madame Blavatsky" de Plínio Marcos.
Três Prêmios (cenário, iluminação e figurino) na Mostra de Teatro da Cidade de Amparo-SP.
Cinco Prêmios no Vlll Festival Nacional de Teatro Cacilda Becker. Incluindo o de melhor espetáculo e melhor direção com a peça “O Santo e a Porca” de Ariano Suassuna.
DRT: 9617 (18-02-1987)
1991 Oficina de Teatro no Colégio "Divino Salvador". Resultando na montagem da peça: "A Queda para o Alto" de Sandra Mara Hezer. Direção de Cláudio Mello. Jundiaí- SP
1992 Oficina de Teatro na Biblioteca Municipal de Jundiaí. Resultando na montagem de "Os Sete Gatinhos" de Nelson Rodrigues. Direção de Jefferson Primo. Jundiaí-SP
1994 Montagem do Monólogo "Antonin Artaud". Jundiaí-SP
1995 Oficina Preparatória para a Peça "A Grande Viagem de Merlim". Jundiaí-SP
1996 Montagem do Espetáculo " Van Gogh – Uma Homenagem a Antonin Artaud" na semana de reinauguração do Teatro Polytheama. Jundiaí- SP
1997 Produção e Direção do Show de "Nilo Amaro e seus Cantores de Ébano". Rio Claro- SP
CURSO de TEATRO na Casa da Cultura. Jundiaí- SP
Resultando nas montagens das peças:
1997 "A Tempestade" de Shakespeare. Jundiaí- SP
1997 "A Queda para o Alto" de Sandra Mara Hezer. Jundiaí- SP
1998 "Jesus – Homem" de Plínio Marcos. Jundiaí- SP
CURSO de TEATRO no Centro Cultural de Rio Claro- SP.
Resultando nas montagens das peças:
1997 "Madame Blavastsky" de Plínio Marcos. Rio Claro- SP
1997 Aulas de Teatro para Crianças Carentes no "Projeto Girassol". Rio Claro- SP
AULAS de DANÇA, CAPOEIRA e LITERATURA.
1997/1998 Curso de Teatro na Casa da Cultura de Jundiaí- SP
2000 “No Século XX mais uma vez eu quis voar” de Luis Felipe Zuniga. Rio Claro-SP
1997/2011 Curso de Teatro no Centro Cultural de Rio Claro- SP
2000/2010 Curso de Teatro para os Usuários do CAPS lll de Rio Claro- SP
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL (ATOR)
1982/1984 "Este Planeta é Meu", "Esta Floresta que era uma Festa" e "Corpore", textos e direção de José Gonzales de Diego. Grupo de Teatro "Turma do Amazônio". São Paulo- SP
1984/1991 "GRUPO DE TEATRO MACUNAÍMA", sob direção de ANTUNES FILHO. São Paulo- SP
Atuou nas seguintes montagens:
"Romeu e Julieta" de Shakespeare. Contracenou com Giulia Gam.
"Quaderna" de Ariano Suassuna.
"Macunaíma" de Mário de Andrade. Contracenou com Marco Antonio “Tonico”
"A Hora e a Vez de Augusto Matraga" de João Guimarães Rosa. Contracenou com Raul Côrtez, Luiz Mello e Geraldo Mário.
"Xica da Silva", adaptação de Luis Alberto de Abreu. Contracenou com Ailton Graça.
"Paraíso Zona Norte" de Nelson Rodrigues.
1989 "Bodas de Sangue" de Federico Garcia Lorca. Direção de Walter Portela. São Paulo- SP
1991/1995 "Kompanhia de Teatro Multimídia de São Paulo". Sob Direção de Ricardo Karman. Atuou nas seguintes montagens:
"O Santo e a Porca" de Ariano Suassuna. Contracenou com Francisco Carvalho e Yunes Chami.
"Performances com as Vídeos Criaturas" de Otávio Donasci.
"Viagem ao Centro da Terra" de Júlio Verne.
"A Grande Viagem de Mérlin" de Luis Alberto de Abreu.
1997/2011 CIA. QUANTA de TEATRO
"Madame Blavatsky" de Plínio Marcos
"Jesus Homem" de Plínio Marcos
“Balada de um Palhaço” de Plínio Marcos
“Navalha na Carne” de Plínio Marcos
2011 “Coppélia” Ballet Rafaela Martins
2012 CORPO ESTÁVEL de TEATRO de Jundiaí-SP
“Yerma” de Federico Garcia Lorca – Sob a Direção de Ruy Cortez
CINEMA- 1997 Participação no filme "Hans Staden". Direção de Luis Alberto Pereira. Contracenou com Stênio Garcia, Sérgio Mamberti, Beto Simas, Carlos Evelin e outros. Lançado em Abril de 2000.
PREPARADOR CORPORAL
CPT ( Centro de Pesquisa Teatral) sob direção de ANTUNES FILHO. Preparação Corporal das seguintes montagens:
"A Hora e a vez de Augusto Matraga"
"Rosa de Cabriúna" direção de Márcia Medina
"Xica da Silva" direção de Antunes Filho
"Macunaíma" direção de Antunes Filho
"Paraíso Zona Norte" como assistente de direção.
"Rumo a Damaskus" direção de Walter Portela.
CIA MULTÍMIDIA de São Paulo.
Preparação Corporal das seguintes montagens:
"Viagem ao Centro da Terra" 1992 - direção de Ricardo Karman.
"A Grande Viagem de Mérlin" 1995 - direção de Ricardo Karman.
1989/1994 MINISTROU AULAS de "Conscientização Corporal para Atores" no Colégio Profissionalizante INDAC. São Paulo- SP
TURNÊS
1982/1983 "Este Planeta é Meu...", "Esta Floresta que Era uma Festa" e "Corpore". Direção de José Gonzales de Diego. Apresentações em 64 Cidades Brasileiras.
1987 "Macunaíma" e "A Hora e a Vez de Augusto Matraga". Direção de Antunes Filho. França, Espanha, Alemanha, Áustria, Grécia e Canadá.
1988 "Xica da Silva" Direção de Antunes Filho. Japão e Coréia do Sul.
1990 "Paraíso Zona Norte". Direção de Antunes Filho. Rio de Janeiro, Venezuela e México.
1992 "O Santo e a Porca". Direção de Ricardo Karman. Itápolis, Botucatu e Jundiaí- SP.
1998 "Madame Blavatsky". Direção de Jefferson Primo. Pirassununga, Araras, Americana, Limeira, Piracicaba, Santa Bárbara D’Oeste e São Paulo- SP.
2011 “Navalha na Carne”. Direção de Jefferson Primo. São Paulo, Limeira, Jundiaí, Curitiba, Florianópolis, Joinvile, Criciúma.
2011 TURNÊ PERFORMÁTICA com a Banda Australiana Jarrah Thompson por 6 estados e 22 Cidades Brasileiras.
1997 – FUNDAÇÃO DA CIA QUANTA DE TEATRO- Rio Claro-SP.
Montagens Teatrais:
Madame Blavatsky – Plínio Marcos
Jesus-Homem - Plínio Marcos
Balada de um Palhaço – Plínio Marcos
Navalha na Carne – Plínio Marcos
Os Sete Gatinhos – Nelson Rodrigues
Toda Nudez Será Castigada – Nelson Rodrigues
Dorotéia – Nelson Rodrigues
Perdoa-me Por Me Traíres – Nelson Rodrigues
O Santo e a Porca – Ariano Suassuna
O Auto da Compadecida – Ariano Suassuna
A Menina de Lá – João Guimarães Rosa
Sorôco, sua Mãe, sua Filha – João Guimarães Rosa ( Com Usuários do CAPS lll Centro de Atenção Psicosocial )
A Tempestade – Willian Shakespeare
Sonho de uma Noite de Verão – Willian Shakespeare
PEÇAS INFANTIS
Sitio do Pica-Pau Amarelo – Monteiro Lobato
A Canção de Assis – Julio Fischer
O Menino do Dedo Verde – Maurice Druon
DOCUMENTÁRIOS, CURTAS, MÉDIAS E LONGAS-METRAGENS- Cinema Caipira Rio Clarense: em parceria com o Grupo Kino-Olho de Cinema do Cineasta João Paulo Miranda Maria.
Pirlimpsiquise – João Guimarães Rosa
14 Bis – Cia. Quanta de Teatro e Grupo Kino-Olho de Cinema
Quieta Non Movere – Cia. Quanta de Teatro e Grupo Kino-Olho de Cinema
O Alienista – Machado de Assis ( Com Usuários do CAPS lll )
Alberto Caieiro – Fernando Pessoa ( Com Usuários do CAPS lll )
Ricardo Reis – Fernando Pessoa
Álvaro de Campos – Fernando Pessoa
IDEALIZAÇÃO E CRIAÇÃO
Uterc– União Teatral de Rio Claro-SP
Festival de Teatro Regional de 2004 à 2009
Quanta Cultura- Arte e Cultura na Rua de 2004 a 2011
PRÊMIOS
Seis Prêmios na fase regional do "Mapa Cultural Paulista" 1998. Melhor diretor e melhor espetáculo com a peça "Madame Blavatsky" de Plínio Marcos.
Três Prêmios (cenário, iluminação e figurino) na Mostra de Teatro da Cidade de Amparo-SP.
Cinco Prêmios no Vlll Festival Nacional de Teatro Cacilda Becker. Incluindo o de melhor espetáculo e melhor direção com a peça “O Santo e a Porca” de Ariano Suassuna.
DRT: 9617 (18-02-1987)
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Critérios para compor a AIA-ACADEMIA ITARAREENSE DE ARTES
Critérios para
compor a AIA – Academia Itarareense de Artes - Rascunho poético
Primeiro rascunho de
apontamentos dos dez princípios básicos de fundamental importância e de
características primordiais de valoração do candidato a acadêmico da AIA-Academia
Itarareense de Artes, em vias de formação:
01)-Ser como criador e
autor um nome consagrado com transparência na história da arte e cultura
participativa e historial da Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes.
02)-Ter obra de
destaque promovendo Itararé, a nossa terra-mãe, cantando-a em verso e prosa, em
música e artes, com real reconhecimento se for possível também fora de Itararé,
e que prime pela qualidade técnico-editorial e de conteúdo pioneiro e exemplar.
03)-Ter livro lançado,
ou constando em antologia literária de valor em Itararé ou fora dela. Obras
relevantes, sem erros de ortografia, de pontuação, de gramática, e com mínima básica
qualidade e técnico editorial que valorem obra, o autor e Itararé acima e sobre
todas as coisas.
04)-Se livro, cedê,
vídeo, música, hino, filme, tela, arte artesã, bancados e lançados em Itararé,
com valorada qualidade artístico-cultural, de esmero e com reconhecimento e
consagração de alto nível.
05)-Ter obtido prêmio
representativo em prol e orgulho de Itararé, e promovido nossa arte nativa, a
história e a cultura do povo, da sociedade e das lidas Itarareenses.
06)-Ter currículo de
projeção do nome de Itararé, ou de lida profissional que o valore como cidadão
Itarareense, quer como promotor cultural, secretário ou cargo inerente a educação,
arte e cultura, professor de quilate em áreas de português, linguagens, letras,
artes, música, desenho, educação e áreas afins, humanas, de caráter
ético-plural-comunitário e mesmo de inclusão sociocultural.
07)-Ter nascido em Itararé,
cidade histórica, ou ter obtido com lisura o título de cidadão Itarareense
concedido pelos poderes constituídos, ou mesmo quando fora de Itararé, distante
da terra-mãe, estar sempre promovendo a literatura Itarareense, a arte de
Itararé, a técnica, o estilo, dizeres e peculiaridades, com seu trabalho, suas
obras, seu talento, sua vida-vida-livro, honrando essa Itararé que amamos tanto.
08)-Não ter nada que o
desabone enquanto ser e cidadão, enquanto ser humano, mas uma vida, um
currículo, um trabalho e uma projeção que o referende como ser criativo,
produtivo, defensor de Itararé, no mote do que historicamente apregoou Washington
Luiz, “defendam Itararé a todo custo”.
09)-Dedicar sua vida,
além de eu trabalho profissional remunerado, da vida social de congraçamento,
das vidas religiosa e financeira, a bela motividade de fazer arte de forma espontânea,
comunicativa, objetiva, dinâmica e sempre promovendo nosso rico acervo humano,
geográfico e histórico, mais pessoas, causos, lendas, tipos populares, mitos,
folclore, personalidades ilustres, altivas e dignas de Itararé. Sempre Haverá
Itararé.
10)-Sendo Itarareense-andorinha
de berço, de raiz, ou de residência valorada pelo senso humanista, cultural e
objetivamente salutar, que valorize a aura, a alma Itarareense, o estatuto
Itarareense, o código de ser, permanecer e amar Itararé, nosso pedacinho de céu
na terra que já tem mais de cem anos.
E fica o dito, o
escrito e o consumado para que a AIA prevaleça, cresça, brilhe e honre a
comunidade brilhante de Itararé, chão de estrelas, a capital artístico cultural
da região, a história que toda cidade gostaria de ter, pois na paulista
bandeira de treze listas, a lista vermelha é, o sangue do povo ancestral de
Itararé. Orgulho de Ser Itarareense.
Poetinha Silas, esboço
de provisórios apontamentos para rascunho inicial de composição da AIA.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Conto de Natal 2016: A Bicicleta Enfeitada do Meu Tio Frederico Ladislau - Silas Corrêa Leite
Conto de Natal 2016:
A Bicicleta Enfeitada do Meu
Tio Frederico Ladislau
Para a Elô do Coração Vermelho
“Poeta feito de sonho
Meio gente, meio ave...
Só tu sabes que esta vida
Vai passando sem levar
Encantos que nunca teve
Que inventaste pra sonhar”
Dinah Nascimento
Eu me lembro... eu
me lembro... éramos crianças lá em Itararé, estância boêmia ao sul de São
Paulo, divisa com o Paraná, minha aldeia-mãe, eu e meus irmãos polacos com
etiquetas de terra (éramos seis), quando meu abençoado tio Frederico Ladislau,
que mal-e-mal trabalhava como ajudante de pedreiro, porque não conseguia nunca
nem aprender a assinar direitinho o seu próprio nome em garranchos que fosse,
no fechar de mais um dia árduo de trabalho, tardiscando o sol meio que abóbora
selvagem, pintava com a sua alvissareira bicicleta enfeitada, na verdade era
uma magrela (como ele às vezes "cerrindo" apelidava) cheia de
tranqueiras mesmo...
Fazíamos uma
algazarra. Um forfé, no dizer da Vó.
Que homem feliz era
o meu tio Frederico, antes de o penitenciarem a uma morte trágica, por assim
dizer. Meu tio, irmão de meu pai, com 30 anos lamentavelmente tinha cabeça de
5, como sabiam todos pelas redondezas; nas conversas rueiras suas falas eram
concorridas, pois que eram todas muito bem emplumadas de issos e aquilos, mais,
ele mesmo era enfeitado como um pavão vaidoso, mas ainda assim as suas famosas
camisas que eram cheias de cores várias, muito floridas, e sua bicicleta famosa
(ele a chamava na intimidade de Marquesinha...) que era toda enfeitada de todas
as coisas incríveis que podiam caber, até mesmo para o meu pai ela parecia sim,
brincando, claro, uma entojada penteadeira de cigana.
O assento do banco
era da cor do Clube Atlético Fronteira (tricolor; preto, vermelho e branco) e a
buzina então, minha nossa, sensacional, parecia que - dizer da minha mãe
criticando - ser rastreada por umas biscates porqueiras, tal a polvorosa ao se
fazer anunciar indo e vindo pela rua
cor-de-rosa da Vila São Vicente, periferia da cidade, fazendo bulha e a piazada
atrás, pinchando contentezas por atacado.
Corríamos para
esperar meu tio Frederico Ladislau voltar do serviço de muro de arrimo que
compunha na Marcenaria Estrela, todo
trancham, aliás, íamos o mais longe possível de casa para que ele pudesse,
solícito, ladeira abaixo além do Bar do Dico, nos dar carona até em casa,
depois ele seguiria até o fim da rua 24 de Outubro e lá ia pra casa da viúva vó
Judite perto do Chafariz do Bairro velho, onde morava, solteirão, num quarto de
tarecos, mais uns gatos vadios e umas beronhas de asas de veludo encardido
entre cortinas de picumãs.
Nós nos sentíamos
“chiques” naquela bicicleta toda enfeitada, aquilo era melhor do que parque ou
circo, muito mais maravilhoso do que picolé de groselha preta ou mesmo pular
carniça.
Nós íamos pra casa
rindo muito, uns na garupa, outros no selim, eu no cangote, alvissareiro,
falando muito, entremeados na fuzarca, ouvindo o papo todo prolixo do nosso tio
querido, que, mesmo misturando verbos e entoações, dizeres e invencionices
ralas, além disso, graciosamente nos trazia diariamente umas balas azedinhas
que eram deliciosas.
Ele era demais de
bom. Só por Deus.
E brincávamos muito,
e riamos mais ainda, momentos adoráveis naquela pirâmide humana rodando,
rodando.... Ele chamava todos os seus sobrinhos de periquitada. Adorávamos cada
tranqueira nova que ele comprava para enfeitar sua bicicleta. Éramos felizes e
eu sabia muito bem disso.
Santa felicidade.
Um dia ele punha uma
buzina verde movida a pilha-palito, noutro dia colocava com grude uma lanterna
azul que pegava energia de um improvisado dínamo que era forçado pelo pneu
dianteiro, depois um chocalho (de pescoço de gado) no pneu dianteiro para fazer
mais tropel, o cincerro, depois uma bandeirinha do Corinthians a flanar ao
sabor do vento serelepe, em seguida um negócio que, girando, fazia barulho feito cata-vento e
assim era a enfeitança dele.
Uma peça rara.
Quando ele vinha
chegando, feito estrelinha de alegrança, todo mundo sabia do tio tido como
espeloteado, ruim do juízo. Cachorros latiam, gatos chispavam, passarinhos
paravam pra dar carona no olhar doce e meigo dele, era um faniquito por
atacado, só vendo pra crer. Janelas e portas se abriam pra ele passar, enfeitando ruelas e imediações de sua
bicicleta sonora, mais o rompante de suas roupas de aparecido que só vendo. O
céu por testemunha.
Flores e flores.
Ficávamos curiosos, claro: que coisa ele inventou agora, de tranqueira, para
colocar na sua magrela?. E a camisa amarela, com desenhos de vermelhos e azuis,
mais retalhos de cetim e penduricalhos que ele aprumava de colocar.
Um amor de pessoa.
Catava coisas nos
cafundós do longe (nalgum lugar que não existe?), achava coisas em lugares
incríveis, do arco da velha, davam coisas de gozação que ele consertava de
carinho e matizes íntimas (ele seria encantado?), de espelhinhos a radinhos de
pilhas fanhosos, mas o tio, sabe-se lá porque, dava um trato no seu novo
pertencimento, e a bicicleta ia ficando larga, alta e espaçosa pra suas
pedaladas até.
Era o dono da
reinação. Marquesinha, periquitada.
Que cavaleiro de
bela figura!.
Um bendito dia
choveu pra valer, não pudemos ir recepcioná-lo com a nossa rotineira bagunça
cotidiana, mas esperamos que, no retorno ao lar, ele apeasse e nos trouxesse
assim mesmo a gostosa cota diária de guloseimas, talvez até pirulito de limão,
bala de banana, a Maria-mole de coco queimado, talvez um pito-carito na nossa
preocupação pela tardança.
Foi quando
aconteceu. Deusolivre-e-guarde!
Houve um desastre nesse
dia, um Ford bigode abalroou nosso tio, ele ficou ali, aos pedaços, dizem.
Santo Deus!
Não quisemos nem ver o
desboque. Minha Nossa!.
Foi o dia mais triste das
nossas vidas. Itararé parou inteirinha. Ninguém acreditou.
Com certeza anjos
pintados de palhaço vieram recebê-lo num beija-mão sem fim.
Até flores que não existiam e pássaros extintos vieram
adeusá-lo entre curtumes.
Naquela noite eu sonhei
que, como no filme do ET, meu tio foi morar no céu, porque, claro, doce e meio
puro, mesmo sem o saber inteirinho, inocente e meigo de tudo que era sim,
naquela sua maravilhosa (e talvez - por que não? - algo encantada?) bicicleta
teria posto ninho de passarinho do divino espírito santo nos godês internos dos
pneus carequinhas da silva (e da cor de horizontes abóboras), asas de curioso
anjo visitador na rabeira, pedal secreto de Deus-menino, selim-borboleta de mil fantasias e até, quem sabe, solados de sonhos impossíveis,
mais uma corrente metálica encantada de vento-luz nos pedais, guidão de pelicano feito de açúcar, buzina com som de luz... mais esparadrapos nas nossas sofrências...
anjo visitador na rabeira, pedal secreto de Deus-menino, selim-borboleta de mil fantasias e até, quem sabe, solados de sonhos impossíveis,
mais uma corrente metálica encantada de vento-luz nos pedais, guidão de pelicano feito de açúcar, buzina com som de luz... mais esparadrapos nas nossas sofrências...
Fiquei moço, fiquei
triste – tenho a alma triste – nunca mais fui o mesmo, no entanto, quando me
bate uma viração de página de lágrimas (a alma tem rosto e olhar?) olho para um
céu que já não mais existe – ai de ti Itararé! – e lá em cima, num não-lugar (o
paraíso de todas as vertentes?) vejo meu tio pedalando um berço redondo de
estrelas binárias, com seu fuzilo de buzina cheia de relâmpagos, seu selim de
nuvens tridimensionais e chuvas de canivetes suíços, sua peregrina alma aurora,
seu enorme abraço de ventos e seu sorriso-avelã de meia lua feito tabernáculo
de saudades.
-0-
Silas Corrêa Leite – Site pessoal: www.artistasdeitarare.blogspot.com/
Estância Boêmia de Itararé-SP
Conto do livro CAMPO DE TRIGO COM CORVOS - Editora Design, SC, de Silas Corrêa Leite
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Prefeita Honesta de Itararé, Cassada Por Corruptos de Itararé. Dia de Vergonha Pra História da Cidade
Artigo/Livre
Opinião
Condenação de Uma Prefeita Honesta: A Terceira Vergonha da História
de Itararé
-Como se diz que o preço de uma democracia de inclusão social é a
eterna militância, e, tendo em vista uma mídia abutre, uma justiça tendenciosa
e parcial, e vendo políticos do congresso
em que ele mesmo rouba, ele mesmo julga, ele mesmo absorve (como disse
Millôr Fernandes), saindo de um tratamento médico e sofrendo por ver um traíra federal
ferir a democracia do meu país, em que todos os acusadores, juntos, não valem
um fio da história da Presidente Dilma, que foi torturada, sofreu câncer e teve
que aguentar o câncer historial de fascistas aliados a coxinhas Hipoglós e uma
elite amoral, assustei-me e sofri ainda mais com isso, vendo, medida as proporções,
em quadro cênico menor, a situação se repetir em minha Itararé que tanto canto
em verso e prosa, promovendo-a, principalmente depois de tantas barbaridades
que a cidade vivenciou nesses últimos 20 anos, de peculatos e improbidades,
para não dizer de improbidades e formação de máfias e quadrilhas que faliram
uma cidade histórica como Itararé que amamos tanto. Ainda sob efeitos de
tratamentos de uma pneumonia, entre outros problemas pessoais e familiares,
mesmo assim criando, estudando, lendo, escrevendo, fiquei muito triste com o
que fizeram com a Prefeita Cristina Ghizzi, certamente a mais honesta chefe do
executivo nos últimos 30 anos (não conheço alguém que fale mal da Cristina e
que seja melhor do que ela), portanto, bem ao contrário de todos os seus
acusadores que não valem um fio de cabelo dela. Julgamento inquisitório,
suspeito, amoral? Surpreendeu-me a cassação, que espero que a mesma revertida
em transparente instância superior, e vejo isso, depois da primeira vergonha, a
batalha de Itararé (revolução de 30), que não houve, e que virou motivo de
chacota, depois um governador do psdb que fez um pedágio bem no meio do município,
dividindo Itararé, e que ninguém que fosse autoridade com um mínimo de sensibilidade
sacou o descaso, a infelicidade, e nem de presto fincou pé contra, até essa
cassação espúria, porque os mesmo que tiveram tal açodamento hoje, foram direta
ou indiretamente culpados ou coniventes com corruptos administradores
anteriores, contra os quais nada fizeram, ou quem sabe lucraram com isso, ou
tiveram parentes em cargos de aspones, ou fugiram de processos, para outras
plagas, ou mesmo têm ficha suja, desde processos referente a lei Maria da
Penha, até exoneração do cargo a bem do serviço publico, um verdadeiro atestado
de improbidade, incompetência e afins. Como podem ter sido eleitos, esconderam
os podres, inclusive da justiça? Pobres eleitores incautos...
Também, erros pontuais no processo como um todo, desde uma assinatura
falsificada, até falta de apuro ético-humanitário, que depois virou uma
cassação feroz e ferrenha, vingativa, politico-eleitoreiro de baixo valor,
golpe torpe, como acusadores sem moral e insanos passando horas e horas
tramando maquiavelicamente a respeito, quando mal sabem da realidade de
conquistas nas periferias pobres da cidade, muito menos perderam tamanho tempo
igual em prol dos favorecidos que negligenciam ou humilham. Foi um dia da
vergonha para Itararé, que a história registrará, o futuro contará, e os
acusadores que assim posam de falso-sabidos como difamadores, incompetentes,
alguns com processos transitando por diversas acusações, posando de santos sem
o serem. E por isso esperamos que 90% dos acusadores sejam cassados nas urnas. Chega
dos mesmos. O povo de Itararé tem que dar a resposta nas urnas. Não queremos
acusadores que formam grupelhos para ferrar uma mulher muito melhor do que
eles. Que homens são, hein? Que mulheres são, hein? Que éticos e cristãos são,
hein? Que mãe, que berço, que diploma, que família, que Deus... Triste Itararé.
Que vergonha. Pior foi ver tranqueiras, vagabundos, fakes e biscates que
difamaram a prefeita nas redes virtuais, dizendo "tiau querida",
quando a família inteirinha dos mesmos coiós e manés não tem uma Cristina e
todos juntos do clã não valem a Cristina. Perdoa, pai, eles não sabem o que fazem... Quando voltarem para
casa, com o que recebem de vereadores marajás, pouco produtivos quando não ineficientes,
insignificantes ou relapsos, pondo o pão em casa, o que dirão aos filhos e
familiares do que fizeram? Quando em seus comércios, negócios e empregos, que
moral terão para olharem nos olhos de seus amigos, senão levando manchas de
seus comparsas de injustiça contra uma mulher honesta que tripudiaram? Mais,
quando estiverem perante Deus, e há um Deus! (a justiça divina chega primeiro
do que a dos homens), em orações ou pedidos de ajuda, socorro, bençãos, curas,
salvação? Ouvirão na consciência pesada, a fala do remorso: “Pesado foste na
balança e achado em falta” Maktub. Está escrito! Porque Deus perdoou ladrão, prostituta,
curou leprosos, e esses Vereadores que vantagem contarão de um vergonhoso e
pontual feito histórico leviano? Alguns até, sabe–se de ouvir dizer na vox Populi
que falaram que Cristina foi a melhor prefeita que Itararé teve, e na hora
fecharam acordo com insanos. Cristina pegou o cofre arrombado, dividas publicas
enormes, santa casa falida, terra arrasada, e numa época de crise abaixou até o
próprio salário e de assessores diretos, contrariado vagabundos, cortou pessoas
que não se qualificaram como cidadãos honrados, e foi cassada exatamente por
não negociar com membros e comparsas daqueles que faliram itararé, e querem
voltar jogando sujo ao poder.
Já nas redes sociais vê-se muita gente de alto nível e com belo conceito
ético humanitário envergonhada, criticando, porque não cassaram Fadel, Láercio
Amado, Cesar Perucio, e cassaram agora Cristina que foi melhor dos que os três
juntos e sob pela não pesa nada perto do mal que os anteriores fizeram a
Itararé, um até cassado sumariamente em tribunal superior, exatamente porque os
marionetes, serviçais e lacaios que o acobertavam na câmara foram omissos,
coniventes, quando não disfarçados ou dissimilados incompetentes e corruptos
também. Pior, muito pior, triste e doloroso, saber que uma mulher foi atacada
na casa legislativa, ninguém a defendeu, pior, alguns palhaços sem moral riram
dela e da situação. Homens? Políticos? Seres humanos? Cristãos? Cidadãos? Já
nas redes sociais também, a honesta, integra, digna e honrada prefeita Cristina
de clã muito superior a todos que a atacaram e atacam, postou um belíssimo e
rigoroso vídeo historial inventariado que refuta as acusações, conta parte por
parte do passado, vida pregressa, processos, crimes, erros, abusos, infrações,
deformidades de caráter e mesmo vida pessoal, politica e curricular cada um dos
acusadores, com a cara e a coragem de ser ela mesma, coisas que até Deus
duvida, que não sabíamos, nominando, dando nome aos bois, com cargas de
profundidade e ciosa de poder provar em qualquer instância, desmoronando a
farsa, o nome de cada um acusador de ocasião que serviu ao que serviu, o modus
operandi do processo ferido de erros factuais desde a origem, portanto um
viciado processo que não deveria ter prosseguimento, e o mal que fizeram para
Itararé depois posarem de santos.
Só por isso deveríamos brigar por uma emergencial força tarefa da PF em
Itararé, fixando local próprio em nossa
cidade, verificando profundamente os registros e descasos dos últimos
prefeitos, de todos os vereadores, os que já foram cassados nas urnas, os que
serão cassados agora nessa nova eleição, e também todas as denuncias que ela
com profundidade e com sabedoria de ser ciosa de atos e fatos citou, nominou,
pôs o dedo na cara dos infelizes. Não ficará pedra sobre pedra. Alguns que votaram
a favor me surpreenderam, fiquei chateado mesmo, mas depois, sabendo da ficha
suja deles que a Prefeita escancarou pari passu, passei e ter profunda tristeza
de ter um dia acreditado neles. Tudo envolvendo poder, dinheiro, tráfico de influência
maldosa, anticristã, e assim esqueceram a moral de uma cidade, do legislativo,
da historia de Itararé, de uma casa que chamo de Palácio Vadico e que teve
mentes brilhantes, políticos honestos, transparentes. Pobre Itararé. O
Presidente da Câmara Munci0pal foi cassado por erro muito maior, ou tudo ficou
por isso mesmo, entre “coléguas”? Que
nessas próximas eleições o povo ao receber candidato pançudo, papeador, pingas,
camisas de times de futebol, orações, cantadas, santinhos, abraços, falsas
promessas, pense no capim do campo de uma carente periferia abandonada que um
vereador que envergonha Itararé prometeu grama para seus eleitores terem o que
comer, que a Prefeita providenciou, e que depois o asnoia e ignorante sob todos
os aspectos ainda contou palha de que foi ele que plantou. Que os eleitores
resistam, contrariem; vote em gente nova. Aliás, se eu quisesse poderia citar
uns 30 nomes aqui, independente de partido, mas certamente para ser gente
limpa, nova; num sonho novo, numa esperança nova, não ser marionete de asseclas
do pior que Itararé teve. Chega dos mesmos. Itararé para quem ama Itararé, não
para quem lucra com ela, mente e não faz, promete e ludibria, tem ficha suja,
ou ataca uma mulher como Cristina Ghizzi. Força e fé, Prefeita Cristina. Até
encerrar esse mandado, ao final do ano, você será para mim sempre a prefeita, e
a melhor perfeita que Itararé teve pelo menos nos últimos vinte anos. Não
esmoreça. Junte provas. Investigue, contrate policial federal aposentado,
contrate jurista potente na área criminal, investigue os podres poderes dos
bastidores sórdidos, e processe o grupo e particularmente cada um, que,
esperamos, na sua maioria não sejam reeleitos, para a sorte e o bem de Itararé
que amamos tanto, e defendemos a todo custo; pela valoração da transparência e
da verdade, custe o que custar, doa o que doer.
A história registrará o Dia da Vergonha de Itararé, e todos os que
cassaram a Prefeita estão arrolados nessa infeliz página de nossa história.
PS: Cassaram Uma
Prefeita Mais Honesta do Que Eles... Vejam o vídeo e tirem suas próprias
conclusões. Dia de vergonha para a história de Itararé.
https://www.youtube.com/watch?v=b-SXxOWhRpE&feature=youtu.be
sábado, 23 de julho de 2016
Artistas de Itararé: A Vida o Que é, Meu irmão? A vida é o milagre da f...
Artistas de Itararé: A Vida o Que é, Meu irmão? A vida é o milagre da f...: A Vida é o Milagre da Fé e do Amor “E a Vida/A vida o que é meu irmão?” Gonzaguinha 1. A vida não é inteiramente ju...
A Vida o Que é, Meu irmão? A vida é o milagre da fé e do amor...
A
Vida é o Milagre da Fé e do Amor
“E
a Vida/A vida o que é meu irmão?”
Gonzaguinha
1. A vida não é inteiramente justa, por isso
mesmo a vida nos faz guerreiros e, ao final de tudo, vitoriosos. Mantenha
sempre as suas mãos limpas...
2. Quando estiver em dúvida, apenas acredite
que da dúvida nasce a luz, o jazz, o poema, o caminho do sucesso...
3. A vida é muito curta para perdermos tempo
odiando alguém, por isso, exercite a tal terapia do perdão.
4. Nada vai cuidar de você quando você adoecer
por excesso de alguma coisa. Seus amigos e seus pais são para sempre. Mantenha
sempre uma mão na frente e a outra segurando a sustentabilidade da
sensibilidade...
5. Pague as suas faturas todos os meses,
sabendo que as culpas são eternas e as tentativas são remédios de percursos.
Seu nome é o seu cartão de crédito, o maior capital que você tem, vai encarar
ou prevaricar?...
6. Você não tem que vencer tudo, sempre.
Perder é da vida. Discorde mas mantenha a amizade e o espírito altivo...
7. Chore por alguém. Faz bem. É mais digno que
chorar por erros que não movem moinhos...
8. Está tudo bem em ficar de mal com a vida.
Ela seria uma tristeza se tudo desse certo e você fosse um qualquer...
9. Poupe para a consciência tranquila, mas
brilhe começando com seu primeiro beijo, sua primeira lágrima, seu primeiro
livro, seu primeiro livro, sua viagem para dentro de você mesmo...
10. Quando se trata de ser zen-boêmico,
lembre-se, desistência é quase um pecado. Poesia então, é uma verdadeira saída
de emergência nas horas íntimas...
11. Sele a paz com seu passado, com o seu
futuro, com o seu presente, com o seu Ser de si em si mesmo...
12. Está tudo bem se seus filhos te verem
chorar. Mas se não tiver filhos, não chore por não tê-los. A herança pode ser
um mal evitável, e também não devemos deixar a herdeiros o legado de nossas
imprudências de percursos com impunidades dissimuladas ou errações...
13. Não compare sua vida toda especial com a
dos comuns. Você não tem idéia do que todos escondem do convívio servil dos
mentirosos. Toda vida é uma jornada de estrelas, mas cada um sabe de si...
14. Se um relacionamento tem que ser em
segredo, então você não tem nada a ganhar, e é melhor cometer erros que se pode
contar que cometeu. Não fique devendo nada pra você mesmo, já pensou ou quer
que eu desenhe? ...
15. Tudo pode mudar num piscar de estrelas,
mas não se preocupe, Deus também dá um refresco quando quer que você fique a
sós antes da inércia dos incomuns, os recalcados...
16. Respire tudo que sentir. Isso acalma a
existencialização e não pede lambuja e nem gorjeta...
17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito
e prazeroso. Ou seja: sinta o drama e escreva poemas, toque violão, pinte
quadros. Pratique plantações de sonhos, inventarie cenários, crie...
18. O que não te serve, realmente te torna
mais mochileiro das galáxias, doe, surte, mas doe-se...
19. Nunca é tarde demais para se ter uma vida
feliz. Mas a verdadeira vida é paga com lágrimas de ausências... Saudade é um
sentir puro, a mais bela forma de amor vem entre o empoderamento e o
distanciamento de intimas lonjuras...
20. Quando se trata de ir atrás do que você
quer para ser feliz, nunca aceite um tombo como uma resposta...
21. Acenda sonhos, coloque as fronhas bonitas,
use a mente instintal, não guarde para uma ocasião especial. Hoje é para nunca
mais...
22. Se prepare bastante; depois, se entregue
de mão beijada e seja o que os anjos dizem amém. Mas não pule etapas, luta
exige coragem limpa...
23. Seja louco, não espere ficar velho para
ser simples. Consulte sempre a sua mãe. Consulte sempre o seu coração...
24. O coração é mais importante do que uma
mente brilhante sem nexo causal. Seja do lado bom da força...
25. Ninguém é responsável pelo seu futuro,
além de seu passado e do seu presente, Já pensou?.
26. Encare cada "caridade" com essas
palavras: quando eu morrer que crédito vou ter no céu?...
27. Sempre escolha a vida de consciência
tranquila e sensação do dever cumprido É assim que funciona ...
28. Perdoe para abrir canais sensoriais no
estúdio do espírito... Perdoar é divino...
29. O que outras pessoas pensam de você, não é
o que Deus pensa de você. Você é quem paga as suas contas...
30. O tempo é o melhor juiz. O tempo pode ser
uma cura, aqui ou noutra dimensão cósmica... .Dê um tempo para a sua
sensibilidade aflorar. Tire suas luas para dançar...
31. Independentemente de a situação ser boa,
seja bom naturalmente e por obrigação de ser sentidor e humanista. Tenha
espírito limpo, respeite-se...
32. Não se leve tão a sério. Ninguém vive
antes da hora e nem se morre a prestação. E depois, morrer é estar livre...
33. Acredite em artes. Elas libertam para o
milagre de sobreviver... A arte como libertação, lembra-se do poema?
34. Deus te ama porque te fez, não pelo que
você acha que é, nem pelo que você aparenta, e depois, lembre0-se, morrer
também faz bem pra pose...
35. Não faça auditoria de sua vida. Cresça e
apareça. Ilumine-se de ser imagem e semelhança...
36. Ficar velho é melhor do que ser imaturo,
asnóia, e frouxo...
37. Seus filhos são também suas sequelas.
Reveja-se neles e mude, mude-se de você, mude-se neles...
39. Vá para a luta, todo santo dia. Conquistas
são de campos de batalhas. O que vem fácil vai fácil. OU um dia descobrem tudo,
e daí você vai dizer o que, todo mundo fez, todos são iguais...
40. Se todos nós jogássemos nossos problemas
em uma ilusão, o circo estaria armado mas a felicidade não seria uma conquista,
seria um esconderijo camuflado de neuras sublimadas...
41. Mentira é perda de tempo. Você já tem tudo
o que é... Você não pode fugir do lugar que está, do lugar que é, do lugar que
se resultou depois de tudo... Remorso ou consciência pesada não pagam dúvidas
ou dívidas...
42. O melhor está na conquista, não naquilo
que vem grátis, fácil, corrompido, prevaricado sem honra ao mérito...
43. Não importa como você se sinta,
levante-se, estude, leia muito, releia, pesquise, evolua, dê sinais de
dignidade existencial, caia na real...
44. Produza paz, sonhos, esperanças, afetos
abertos e por atacado, more sempre num abraço...
45. A vida não vem do seu jeito, gosto e
estilo. Por isso evoluímos. Seja a estrela de seu palco presencial em harmonia,
pele e ritmo... 50 tons de cinzas? Esqueça que é fria. Mochileiro das galáxias?
Seu DNA.
-0-
Silas
Correa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br - Texto da Série ÉRAM OS
SONHADORES EXTRATERRESTRES?
sexta-feira, 22 de julho de 2016
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Novo Livro de SPC-Sebastião Pereira Costa de Itararé
A História Oculta
Romance
do jornalista e escritor
Sebastião
Pereira da Costa - SPC
A
História Oculta se
situa em uma pequena cidade do sudoeste paulista (Itararé), no período
imediatamente anterior ao início da Segunda
Guerra Mundial. Foi em uma colônia austro-germânica, próxima a essa
cidade, que a Gestapo, por determinação direta da alta cúpula do partido
nazista, foi buscar o homem ideal para a consecução de um plano ousado e de
grande relevância para o projeto expansionista alemão. Um plano que mudaria os
destinos do Brasil e do mundo.
Foram três anos de pesquisas para este
trabalho, além do respaldo documental de obras
antológicas sobre o período. Portanto, mais que uma obra de ficção, é o
testemunho de uma época de transformações sociais e políticas, que marcaram o
nosso país e o mundo nas décadas de 1930 e 1940. Para sempre.
É, também, o resgate da histórica
Colônia Áustria, Bairro da
Seda, cujo registro não consta de nenhum documento nacional de expressão, a
despeito de sua importância socioeconômica pioneira para a região sudoeste
paulista. Ela foi totalmente esquecida pelos historiadores brasileiros, o que nos
conclamou a resgatar esse período, mesmo que incompleto, a fim de não deixar
passar em branco, nas linhas do tempo, a saga dessa gente alegre, trabalhadora
e corajosa, que veio do outro lado do mundo na esperança de encontrar no Brasil,
em Itararé, o seu Eldorado.
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