"Artistas de Itararé, Cidade Poema"

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Capital Artístico-Cultural Boêmica do Sul de São paulo

BLOGUE ARTISTAS DE ITARARÉ CHÃO DE ESTRELAS

"Artistas de Itararé, Chão de Estrelas"

Contatos: artistasdeitarare@bol.com.br

Clã dos Fanáticos Por Itararé, Cidade Poema

Palco Iluminado de Andorinhas Sem Breque

Os Dez Maiores Artistas de Itararé, Ano 2011

Dez Maiores Artistas de Itararé















01)-Maestro Gaya







02)-Jorge Chuéri







03)-Irmãs Pagãs







04)-Paulo Rolim







05)-Silas Correa Leite







06)-Paschoal Melillo







07)-Rogéria Holtz







08)-Dorothy Janson Moretti







09)-Regina Tatit







10)-Armando Merege







Itararé, Bonita Pela Própria Natureza

Itararé, Bonita Pela Própria Natureza
Nosso Amor já Tem Cem Anos

quarta-feira, 19 de junho de 2013

VINTE CENTAVOS - O DIREITO DE SE INDIGNAR




0,20 – Todos Têm o Direito de Se Indignar




“... Há criticozinhos-daslu, mal amados, ou não

Todos eles com roupas de grife, sprays e energético importados na mão

Não sabem o que acham que sabem, e assim lambem sabão

A ditadura de seus pais não lhe ensinou antiga lição

São quase todos iguais, brancos de braços dados ou não

Mas falta pobre, preto, favelado, operário nessa construção

De trabalhar pela pátria emergente e sonhar uma nação...

(Paródia Para Não Dizer Que Não Falei de Flores, Geraldo Vandré)





Num regime democrático todos têm o direito de criticar

Num regime ditatorial; mais do que nunca, o direito de se indignar

Pois uma resolução da ONU prevê que o povo se volte armado contra seus ditadores de penicos na cabeça e armas na mão

Que democracia é libertária sem inclusão social

Em que a tendenciosa mídia amoral faz a cabeça de incautos, mal informados, mal formados como cidadãos

E denuncia sem provas, sentencia sem trânsito em julgado

Aliando-se a agiotas do capital estrangeiro que quer um Brasil rico só para ricos; modelito inumano made in Samparaguai, o Estado Máfia

E provoca revolta de inocentes inúteis com sonhadores no mesmo refrão

Alguns criticozinhos-daslu que vão na onda porque é moda

E o medo desse Brasil emergente além de ter criado monstros, criou amebas, filhotes dos new-richs das privatizaçoes-roubos

Infiltrados, diferenciados, baderneiros, aproveitadores e, sim, críticos legítimos na ordem unida de rebeldes com causas e efeitos

Alguns quase noias de bandeiras na mão, roupas de grife, energético e sprays importados

Filhotes de uma elite que de uma hora para outra quer mudanças para voltar o antro anterior

Que derrubaram Collor e elegeram Maluf e Serra dez vezes piores

E agora choram por VINTE centavos

Quando não pararam São Paulo e o Brasil quando quebraram o país e venderam a Vale do Rio Doce a preço de banana

Ou quando o PCC fez Samparaguai refém; de bandidos matando policiais e policiais explodindo cofres de bancos

Ou de Professores em São Paulo ganhando salário de mendigo e não têm vinte centavos de aumento por quase 18 anos

De um cínico estado mínimo que fez do estado mais rico do Brasil

O impune estado mais corrupto do Brasil

Um Carandiru a céu aberto

Um Pinheirinho a céu aberto

Uma Cracolância a céu aberto

E nunca teve passeata, protesto, critica, nem por muito mais do que vinte centavos...



VINTE CENTAVOS

-Claro que não é apenas por vinte centavos

-Todos têm o direito de se indignar

-Claro que se unem sonhadores, incautos, boys com abóboras selvagens, cachorras enrustidas e lá vai a massa de manobra toda em pompa

Mais de uma semana sem trabalhar; brancos, ricos, alunos da USP, partinhos de aluguel, infiltrados

Cadê os mestiços, pobres, favelados, negros, ameríndios, migrantes e imigrantes latinos ilegais

Estão trabalhando - São Paulo não pode parar - por algo mais do que vinte centavos, no neoescravismo da terceirização inumana de Sampa

Enquanto a cidade sitiada, a situação pilhada, e um governador banana por dezoito anos no poder, incompetente e eleito por um morto

Tem medo e não sabe o que fazer de seu medo-rabo, feito um Pinóquio de Chuchu.

O povo na rua sem saber direito o que fazer do que faz com direito pleno – os moradores de rua assustados

Mais as patricinhas e mauricinhos de criticozinhos-daslu arrotando o ódio guardado desde muito tempo em viagens à Disneylândia

Filhotes de tucanos, de fascistas, da burguesia, da elite, dos diferenciados de Higienópolis e do Morumbi; e alguns sóbrios e éticos pacifistas, sonhadores sem chão

Um quase-povo-vinte-centavos na mistureba entre os que depredam ônibus, saqueiam lojas, quebram instituições

E não sabem o que fazer do que sabem, ou do que pensam que sabem, achando que são o que não são – vão na aleluia do roldão

Cérebros barrinhas de cereais de vinte centavos

Camelôs de si mesmo que não sabem do narco-contrabando informal que manda em Sampa entregue às moscas

Corrupção endêmica institucionalizada em todos os níveis – impunidade por atacado, capital latino-americana da corrupção

Com suas máfias do lixo, do transporte público, do Roubo-Anel, das privatarias, dos pedágios-quadrilhas

E que ficaram quieto quando o pior acontecia e eles alienados pela mídia amoral

Agora brigam sem saber para quando, para onde, como enrustidos sonhadores inocentes inúteis compondo a banda podre de parte de uma manada cagando godê

Ai de ti Samparaguai, o Estado Máfia!



Uma perua Tiazinha ameba que arrota Miami e cheira esgoto diesel

Logo grita Fora Dilma - porque é uma mulher mal amada e infeliz e nem sabe direito o que é amor e prazer, sua falta de orgasmo é cheia de mágoa no lado b de sua insensibilidade

Um tio fala que a canalha de 64 espia voltar ao poder

Sem sacar que os podres que herdamos deles, as sequelas, são desse mesmo militarismo incompetente, senil, decrépito e corrupto no processo histórico

E querem comparar seis meses de Haddad com 18 anos do Pinóquio de Chuchu que deverá ser canonizado pela Opus Dei da idade das trevas

Porque de sonhos, ideologias e conhecimento lógico sequencial de política, historia e economia

Mal sabem uns míseros vinte centavos

Corruptos e ladrões de São Paulo gritam: chega de roubalheiras

E roubam, glosam, só em SP, 80 bilhões de Imposto de Renda são roubados por ano...

Porque estão na pior oposição da história da república

E só sabem o que dá no open doping da globo filhote da canalha de 64

Partidinhos-currais de aluguel vão à mídia televisiva e gritam por mobilização rastaquara

Pendurados em antros de escorpiões palaciais com altos salários de autarquias-fantasmas

Moralistas de cérebros de galinhas e consciência de vinte centavos

Enquanto a realidade é outra, a verdade é outra

E há atravessadores, aproveitadores e racistas entre os infiltrados, baderneiros e filhotes de Médici, Maluf, FHC ET caterva

Operacionalizado o que acham que é rebelião, o que é democracia, e entre os que são leais e são verdadeiros

Os que querem o país quebrado de volta, para que o capitalhordismo americanalhado made in Samparagui, o Estado Máfia

Volte ao poder e se alie à ALCA, e o país continue ilhota da América Rica das Estrelas de Sangue



Hino Nacional? Cantam no Metro mais caro do mundo

Obras faraônicas superfaturadas - por isso não saíram às passeatas não criticaram, não foram rebeldes, não se doparam nessa intenção.

Com seus cérebros Vinte Centavos e seus conhecimentos alienados entre verdades inventadas e mentiras repetidas à exaustão

Para que acreditem e marchem sem saber pra onde ou quando ou sim ou não

Caminhando e cantando e seguindo a canção

Branquinhos com suas roupas de grife, seus sprays importados e energéticos na mão

Com os assustados operários, pretos, pobres, favelados, passageiros de ônibus depredados assistindo a estranha e branquela procissão

Sem saber o que são aquilo. O que é aquilo – vinte centavos não

Não querem dar sua cota de dor, aos filhinhos de papai na contramão

E não são vinte centavos: são a sofrida maioria da população!



-0-



Cyber Poeta Silas Correa Leite

E-mail: poesilas@trerra.com.br

WWW.portas-lapsos.zip.net

Site de Poesias: "OS E-BOOKS DO CYBER POETA SILAS CORREA LEITE" (Cyber Poeta Silas Correa Leite)

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sábado, 8 de junho de 2013

DOROTHY JANSSON MORETTI E O SEU NOVO LIVRO


Pequena Resenha Critica

Instantâneos, de Dorotthy Jansson Moretti
A Poeta Que Também Tem uma Prosa de Doces Memórias

“Só pela arte podemos sair de nós mesmos”

Marcel Proust

Falar da portentosa literatura em verso e prosa da professora e escritora premiada Dorotthy Jansson Moretti, é entrar numa praia vasta de tantos sóis, auroras e crepúsculos, prelúdios e paletas que os próprios méritos curriculares dela já endossam literalmente como doces memórias de um tempo chamado longe, lembrança de momentos, pessoas, alegranças e lugares...

DOROTHY  JANSSON  MORETTI Nasceu em Três Barras, SC, indo morar na cidade de Itararé, SP, aos dois anos de idade. Fez o Curso Primário no "Grupo Escolar de Itararé", hoje chamado "Tomé Teixeira". Continuou os estudos em Castro e Londrina, PR, onde paralelamente lecionou Inglês, graduando-se posteriormente em São Paulo, Capital.

Começou a escrever poesias aos dezesseis anos, fazendo acrósticos em álbuns de recordações de pessoas amigas. Esporadicamente  escrevia artigos para os jornais "O Itararé"(extinto), Tribuna de Itararé e para  "O Guarani". Mudou-se para Sorocaba, SP, em 1956, e nessa cidade publicou durante algum tempo, poesias e crônicas nos jornais locais   "Cruzeiro do Sul", "Diário de Sorocaba" e "Folha de Sorocaba" (extinto). Em 1970 mudou-se para a capital de São Paulo, tendo lecionado Inglês em cinco escolas dessa cidade: No "Colégio Anglicano de Santo Amaro", no "Ginásio Estadual de Vila Leopoldina", no "Colégio Estadual Profa. Marina Cintra", no "Colégio Estadual  Amadeu Amaral", e no "Instituto Mackenzie", onde se aposentou em 1987. É Sócia Honorária da Academia Sorocabana de Letras, pertence à Academia Petropolitana de Poesia "Raul de Leoni", à União Brasileira de Trovadores, e à Casa do Poeta  "Lampião de Gás" de São Paulo, da qual foi Secretária Geral no biênio  1987-1988, bem como do jornal poético da Casa, o "Fanal", onde continua escrevendo poesias e trovas.  Publica, ainda hoje, crônicas e poemas nos jornais de Itararé “O Guarani” e “Tribuna de Itararé”. Tem poemas publicados em jornais, revistas e antologias de alguns estados brasileiros. Participou de inúmeros concursos, alguns internacionais, tendo recebido troféus e diplomas na capital e no interior de São Paulo, e em várias capitais e cidades de outros estados. Recebeu Medalha de Honra ao Mérito no Colégio "Amadeu Amaral", da capital, por ter feito a letra do Hino dessa escola, bem como  o histórico e a poesia em comemoração aos setenta anos de sua fundação, em 1979. Recebeu Diploma de Honra ao Mérito, de Poeta do Mês e de Musicista , na Casa do Poeta, onde colaborava nas reuniões lítero-musicais, declamando poesias, cantando e tocando piano.

Recebeu ainda da Casa do Poeta de São Paulo, diploma e medalha de Sócia Benemérita  "Por seu importante destaque como benemérita defensora da cultura e difusão das Artes Poemáticas" (dizeres textuais do diploma), honraria que muito a sensibiliza. Mudou-se em 1989 para Curitiba, PR, e nessa cidade publicou seu primeiro livro, "Frasco Vazio", pequena seleção de algumas de suas trovas premiadas. Em parceria com o Maestro Gerson Gorski Damaceno, fez a letra do Hino a Itararé, lançado a 28 de Agosto de 1989, como hino oficial da cidade. Na mesma data, aniversário de Itararé, recebeu seu Título de Cidadã Itarareense.  O Elos Clube de Itararé (Comunidade Lusíada Internacional)  concedeu-lhe Diploma de Sócia Honorária, títulos ambos, que muito a sensibilizam e dignificam. Em 1995 voltou a residir na cidade de Sorocaba, SP, onde, no ano  2000,  publicou um livro de sonetos intitulado "Folhas Esparsas",  do qual  em 2006 fez uma 2a. edição;  no ano 2002 publicou um livreto intitulado "Trovas ao Vento”, e em 2006 um outro também de trovas, intitulado  “Chá da Tarde”, que lhe valeu, em 2007, na categoria Poesia, o “Prêmio Anual Sorocaba de Literatura – Categoria Poesia”.    Dorothy ganhou dezenas de outros prêmios de renome, diversas Menções Honrosas, Menções Especiais, ganhou também dezenas de importantes concursos de Trova
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Pois todo esse nada breve preâmbulo, tendo em vista um espetacular currículo fora de série, aqui até resumido, fez parte da participação dela, a Literata Premiada Dorotthy, com causos, historias e crônicas, da Primeira Antologia de Prosa de Itararé, por mim idealizada e editada pela All-Print(SP), o livro ASSIM ESCREVEM OS ITARAREEENSES, quando ela nos honrou com sua maviosa participação. Assim, quando recebi um exemplar de seu belo e novo livro INSTATÂNEOS, Editora Dialeto, Edição 2013, com um magnífico trabalho-técnico-editorial  e belo prefacio do Poeta, Trovador e Conferencista, Thalma Tavares, fiquei muito feliz com a oportunidade de graciosa leitura dessa literatura de primeiro quilate.

O novo livro INSTANTÂNEOS, em bela edição de 160 páginas, tem mais de cinquenta retratos de apanhados de memórias da Dorothy, numa leveza de narrativa que parece que a autora toma o leitor pela mão, e vai contando causos, acontecências singulares, relembrando, tecendo parágrafos, prismas, barulhezas e sacadas de memórias que com sua arte de bem narrar, encantando e cativando, toca o leitor. Ah, a poeta premiadíssima também proseia em alto estilo. Desde muito menino que no meu rincão de Itararé-SP, Santa Itararé das Artes, Letras, Músicas e Imagens, que a conheci, e soube-a declamando poemas, cantando, tocando piano, atriz talentosa, de tradicional família de Itararé, quando fui amigo de seu clã, de seus sobrinhos e amigos admiradores, me tornei seu fã, porque, além da bela e brilhante personalidade de Itararé, um coração de ouro e um talento fora de série, agora também revelado nesses instantâneos, livro com belas imagens e ótimo trabalho editorial, como fotografias de sua sensibilidade colhendo frutos de um tempo chamado longe, retratos de um povo, um lugar, saudosas lembrança que ela nos proseia com garbo, em alto estilo e todo poético nas contações.

Dorotthy é isso: A professora, a pessoa, a artista. Instantâneos é mais um grande livro dela, entre tantos, e a apresenta proseadora de particularidades, imagens e palavras, sentimentos e a qualidade técnico-narrativa de quem sabe o que conta, de quem coloca a alma no que cria, valorando a arte de escrever, o que pincela com sua luz de criadora de mão cheia. Bravo!

-0-
Cyber Poeta Silas Correa Leite
Blog premiado do UOL: www.portas-lapsos.zip.net

sábado, 25 de maio de 2013

ESTADOS DA ALMA, Novo Livro Virtual Free do Cyber Poeta Silas Correa Leite disponível num site de Portugal


Resenha Critica

Estados da Alma - Acordes Dissonantes de “Mins”

Ser poeta é a minha maneira/De chorar escondido
Nessa existência estrangeiro/Que me tenho havido
Cyber Poeta Silas, in, Porta-Lapsos, Poemas

“Eu escrevo porque tenho uma coisa na cabeça, o cérebro”, diz o Cyber Poeta premiado Silas Correa Leite, num de seus elencos de falas poéticas que tacha jocosamente de “Silas e suas ‘siladas”
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Ah os estados da alma do poeta sentidor (para citar Clarice Lispector), pensador... inventor de poemas, orações, frases, neologismos e implicações retóricas paradoxalmente de grosso calibre e ao mesmo tempo de alto quilate. A arte como levitação? E libertação também. Nesses tempos tenebrosos de uma pós-moderna barbárie da civilização contemporânea com suas infovias efêmeras, é, o, pior, por assim dizer, estado da alma do poeta (com sua sensibilidade aflorada), que produz de bravatas a lorotas, de poemas a pertencimentos, de perguntamentos a cantárias em prosa e verso, com todos os seus acordes dissonantes, os seus “mins” e outros versículos, mantras, sutras e salmoslusos. Nesse livro virtual, um novo conjunto das escrevinhanças do cyber poeta Silas Correa Leite, com toda sua trajetória de luz e cruz, de “Silas e suas siladas” à twitter-poemas, de twitter-microcontos  a experimentos letrais neoconcretos, talvez até quase neobarrocos...
E os Estados da ALMA de um poeta confeccional, livre pensador humanista, jornalista comunitário, diplomado conselheiro em direitos humanos, escritor premiado em verso em prosa, de ancestrais cristãos-novos oriundos da Ilha da Madeira, Portugal, aqui aportados em terra brasilis numa das primeiras expedições lusonautas à terra de Santa Cruz, hoje uma potência emergente desde a Era Lula de tantas inclusões sociais.
Pois ESTADOS DA ALMA é uma coletânea virtual, contendo poemas se diversas safras, prismas, de diversas fases como um catatau todo, mas todos eles mostrando o menino que ainda traz uma infância dentro de si. Uma espécie de guerrilheiro - mas como Gandhi pela ‘não violência’ - com sua metralhadora dialética cheia de lágrimas, seu jeito boêmico de trovador pós-moderno em uma São Paulo embrutecida por um cínico e amoral estado mínimo neoliberal, com saudades de uma Santa Itararé das Artes que canta em verso e prosa, feito um embaixador itinerante da aldeia ninhal, terra mãe...
ESTADOS DA ALMA  enquanto livro virtual de poemas e acontências tem tudo a ler, mostrando um tabuleiro de implicações criativas que tocam o outro humano em nós, acordes dissonantes de alma criando muito além das urbanidades loucas, de uma sociedade hipócrita, em que o cyber poeta Silas Correa Leite foi tachado de neomaldito da web, quando lançou livros, ganhou prêmios, esteve na chamada grande mídia inclusive televisiva, estando em quase todas as redes sociais, inclusive no YouTube, colaborando hoje com mais de 800 sites, até no exterior, em mais de cem antologias em verso e prosa, até internacionais, mais de mil cadernos de rascunhos poéticos (de 200 pgs cada um), dando testemunho de seu presencial criativo nesse mundo cão, numa cidade como São Paulo, capital do estado máfia do mesmo nome, com suas riquezas injustas, lucros impunes, propriedades roubos, privatarias impunes, mais a saudade de uma Itararezinha que ficou na rabeira do rio Itararé, mas que o autor ainda traz consigo acima e sobre todas as coisas. Almas alumbradas? Estados da Alma dão bons poemas.
Pensagens: pensamentos mensagens. Pensadilhos: pensamentos trocadilhos. Essas e outras, estados da alma do poeta que não pode silenciar sobre si mesmo, no pântano da condição humana, dando testemunho de seu tempo e gritando os horrores de ter que sobreviver. Eis a obra: a arte como inventário de um tempo chamado hoje e doendo saber que as fronteiras estão se abrindo, e que as coisas que nunca gostaríamos de ter já estamos tendo, e isso dói.
Leia o livro.
Os acordes dissonantes da alma deram bons poemas e afins.
Carmem Rinaldi – E-mail: La-goeldi@bol.com.br
Veja/Leia o livro virtual ESTADOS DA ALMA, Poemas, está disponível free no link do site de Portugal:




terça-feira, 2 de abril de 2013

DESVAIRADOS INUTENSILIOS, POEMAS, Cyber Poeta Silas de Itararé



“Desvairados Inutensílios”, o Novo Livro de Poemas de Silas Correa Leite

Depois da datada estreia oficial com o livro-quase-Antologia “Porta-Lapsos”, Poemas; depois do livro “Campo de Trigo Com Corvos”, contos premiados (finalista do Prêmio Telecom, Portugal), e, ainda, depois do visionário “O Rinoceronte de Clarice”, primeiro livro interativo do reino da web (anterior mesmo aos de Mário Prata e João Ubaldo Ribeiro), pioneiro, único no gênero, de vanguarda; e-book que virou tese de mestrado, doutorado e foi motivo de reportagens e entrevistas na chamada grande mídia, inclusive televisiva; depois mesmo de tachado pelo site Capitu de “O Neomaldito da Web” (colabora em mais de 600 links de sites, até no exterior), e de ter, com sua poética triste, por assim dizer, no Programa Provocações, do Antonio Abujamra, na TV Cultura, afirmado que se sente um ET nesse mondo cane e que, como a vida não lhe deu limões, fez limonadas com lágrimas, e, ainda, que “corta os pulsos com poesia”, o irreverente, polêmico e, sim neomaldito, literato Silas Correa Leite se repagina como diferenciado artista da geração contemporânea de alto nível, desta feita lançando o novo livro de poemas (e de outras utilidades risíveis até) o DESVAIRADOS INUTENSILIOS, pela nascente e dinâmica Editora Multifoco.

Se você procura Silas Correa Leite num site buscador como o Google, por exemplo, vai achá-lo em centenas de links de sites e blogues, no YouTube, do Orkut ao facebook, entre outras redes sociais ou meios criativos, do Chile a Portugal ou mesmo da África, em fanzines, revistas eletrônicas literárias, reportagens, entrevistas, artigos, ensaios, criticas, resenhas literárias, tudo feito um livre pensador, um humanista Cyber Poeta. Mais: twitter-poemas, twitter-contos, microcontos, tercetos, pensadilhos (pensamentos trocadilhos), mais os seus poemas premiados, seus contos premiados em fundações culturais ou entidades idôneas, de renome, sacando a arte como libertação (como ele gosta de dizer), criticando o sistema, a vida, e dando seus achaques literais com poemas de loucuras santas, sua ficção- angústia, suas pensagens (pensamentos mensagens) e, sim, claro, sua criatividade sem limite, entre purgações de inventários tresloucados a desmontagens de verbos, vocábulos, frases lúdicas, criando seus neologismos em diferenciadas montagens poéticas. Não é fácil encarar um Silas Correa Leite a palo seco. Essa é a novidade criativa dele. Esse é o estilo dele. É pegar ou largar. Amar ou odiar.

Pois é exatamente isso que se observa numa análise rompedora de DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas, Editora Multifoco, SP. Numa primeira leitura, claro. Porque, parece que com o autor é sempre uma eterna primeira leitura. Não e fácil. Depois, há as reestimadas releituras, o tácito, o estouvado, o subterrâneo do indizível, o que não aceitamos na primeira passada, e, quando se vê, lá está algo novo no que parece simples, o poema-chute- na-sombra, o microconto maravilhando a vida louca desses tempos insanos, a letra de rock bem isso mesmo, porra-loka, fora de série, a letra de blues botando as amarguras de fora, num, como ele mesmo diz, no inicio do livro, butim (salvos de incêndios), verdadeiro “Sachê de Mixórdias”. Isso é que é. Periga ler, periga ver, periga sentir. Desvario é assim... poesia pura, deleites de inutensilios...

Parafraseando erranças, citando autores loucos que tanto admira e o influenciaram com certeza, homenageando poetas díspares e personalidades tachados de pirados como ele, fazendo releituras de parlendas e situações risadoras da vida, ele bota a dor e o irônico no mesmo fulcro, o humor e a loucura no mesmo tabuleiro, o fervor do desvario e do inutensílio no mesmo livro, a poesia portentosa e a prosa poética no mesmo confeito, o poetar atuante e o fazer poético como lavra de campo minado. Será o impossível? Você lê o livro e lê a vida nua a crua, a alma estarrecida – viver é muito difícil - as amarguras adultizadas, as saídas de emergência do artista criando poemas para fugir das aberrações sociais. Não é fácil ser sentidor (para citar Clarice Lispector, uma “ídala” do autor) nesses tempos tenebrosos. A literatura, fulgurando disparidades, de Silas Correa Leite e sua metralhadora dialética cheia de resíduos de nós mesmos, choca, encosta na parede, mãos ao alto, mãos ao álcool, resíduos insalubres, com infovias em ridículas vidas pífias, consumos bizarros em neuras sublimadas, e cincerros pós-modernos entre bobas infovias efêmeras.

Leia o livro de Poemas “Desvairados Inutensilios” e sinta-se em casa. Sinta-se em você mesmo. Vai doer. Aliás, é de se pensar: vai doer mais em você do que no poeta louco desses tempos de tantas hipocrisias. Compreender os desvairados inutensilios é valorizar o que tem valor, quando é cair na real insustentável, situando-se entre a ironia e a arte, a Barbie e a barbárie, a hipocrisia e o fazer poético. Mas é um livro e tanto. Nada comercial ou pop, claro, mas importante, especial, necessário. É sempre isso o que verdadeiramente se espera sempre de um escritor como Silas Correa Leite e ele não silencia sobre escombros, antes, grita os estragos sociais numa sociedade hipócrita. Santa arte, rogai por nós.



Maria das Graças L.M. Aranha

mglaranha@bol.com.br







E-Book Bulbos Transversos Poemas do Cyber Poeta Silas Correa Leite



Ebook “BULBOS TRANSVERSOS” Poemas e Deconcertezas

Cyber Poeta Silas Correa Leite Lança Novo Livro Virtual de Poesia na web

“...Só me interessam os passos que tive que dar na

vida para chegar a mim mesmo” - Hermam Hesse

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Pela internacional Editora Bookess, atuando em todo território brasileiro e no mundo da internet, o Cyber Poeta Silas Correa Leite lança agora um novo livro virtual de poemas modernos que está disponível free no link http://www.bookess.com/profile/poesilas/books/

BULBOS & TRANSVERSOS – Tear Silencial de MINS – Poemas - BULBO(S): Bulbo é a forma da cebola e da lâmpada elétrica incandescente. Em Literatura, o que na prosa ou Poesia nasce disso tudo como metáfora, perguntamento, cantagonia, calamento ou desvairado inutensílio. Bulbos ainda em Literatura, como neste ebook é tudo o que em si mesmo pode ser, ou não ser – O Poeta é um fingidor (Fernando Pessoa) – vindo do fundo da alma, do inconsciente, da arte como levitação, feito um regurgitar, um vagido; chorumes na paleta de inventariar o inexistente, feito sagração silencial de teares poéticos e afins. BULBOS TRANSVERSAIS, Poemas e Desconcertezas, é um livro de poemas feito uma mixórdia letral. Fragmentos de matizes e iluminuras? Tabuleiro de catanças desparafusadas, um sachê de errações; o poeta no confeito de pintar a obra de ícaros e húmus & ácaros. “Mins” e H2 Outros, claro, um tear salpicado de desvarios díspares, inventários, experimentações, sacadas e inutilezas, até porque o autor diz que do “jazz nasce a luz”´. Bulbos também porque tem suas raízes de pés vermelhos no Paraná, criado na Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes, depois, viajoso e turrão por Sampa, ora Samparaguai, o Estado-Máfia, que o autor destila, decifra e nomina (como Tom Zé que “ama-odeia” São Paulo). Reversos e transversos porque o autor acerta a mão, erra a mão, destila seu vinhoverbo, revida, critica, desconcerta (transverso), postula, implica, retrata, cria rastilhos, depõe, delata, salpicando suas várias pensagens (pensamentos-mensagens), seus estrambólicos pensadilhos (pensamentos-trocadilhos), passando por Twitterpoemas, letras de rocks, baladas and blues, e, claro, Silas e suas “siladas”, o que dá em poesia e afins, desaforismos alhures, sempre esmerilhando vocábulos, neologismos, entre criações, contentezas e barulhanças, artes e cantares. O tear é mais embaixo. Pirações letrais. Experimentações e acertos. Técnicas de aproximação. Algumas epifanias turvas também. Humores e ironias no foxtrot da obra. Nódoas que não silenciam sobre si mesmas. No solo de silêncio, que é o chamado exercício do fazer poético, as cantagonias. Berrar é humano? As palavras singram e sangram. Eu, você, mins e nosotros. Tudo a ver? Periga ler. Pois este livro de poema vem depois de um Porta-Lapsos, outro livro do autor, anterior, de poesia também, entre obras meio marginais deste cyberpoeta e escritor premiado em verso e prosa, que consta em mais de cem antologias literárias, inclusive no exterior, também ganhador de vários concursos de renome, já autor de outros livros. O autor está em mais de 800 links de sites. Ser tachado de o “Neomaldito da web” (Site Capitu) não é fácil. O Cyber Poeta Silas Corrêa Leite esteve, entre outros, no Programa Provocações, TV Cultura de São Paulo, e, com sua metralhadora cheia de lágrimas (e sua contundente e pragmática “poética de tristeza”), ainda disparou: “Corto os pulsos com poesia”. Que os bulbos deste livro apontem chips poéticos, janelas, tercetos, haiquases, desvairados inutensílios, e digam da poesia do autor como gritos disparados no ar, entremeados, sígnicos, lustrais, e com as desimportâncias, afinal, se um poeta disse que “o importante é que a emoção sobreviva”, e outro disparou “faz escuro mas eu canto”, que no fazer poético deste livro, o autor, feito um ladrão de fogo (Rimbaud), esparrame suas raízes (búlbicas), suas criações, suas centelhas, seus fios tenebrosos, fiosterra que sejam, na panaceia dessa desvairada pauliceia sociedade anônima, nesse afrobrasilis de tantas disparidades sociais, dando testemunho de que, sim, os loucos herdarão a terra, mas, enquanto criticam o pântano da condição humana, nesses tenebrosos tempos pósmodernos de tantas infovias efêmeras, ainda assim e por isso mesmo, dão testemunhos de resistência com a sensibilidade ferida. Afinal, não é fácil ser sensível (e não se estarrecer na arte como libertação) nessa época de muito ouro e pouco pão. E quem quiser que vá parir estrelas. Anjos caídos usam os poetas para conversar com os loucos?

Divulgação e Release: CULT-NEWS – Sede São Paulo – Contatos: E-mail: la-goendi@bol.com.br



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O Saxofone do Roque Rodrigues de Itararé

O Saxofone de Roque Rodrigues


Para o Músico de Itararé Roque Rodrigues


“Poesia é música/Quem tem olhos para ouvir/

Que sinta... ” – Twitter-Poema Poetinha Silas

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-Você está ouvindo um saxofone, amigo?

-Ora, deve de ser o Roque Rodrigues ensaiando um blues...

(De algum lugar do passado vem um cantinho da saudade ter comigo

Numa música raiada de vento e luz).



Quem não se lembra do Roquinho no Conjunto Os Marionetes

No Mário e Seu Conjunto...

E o Roque Rodrigues lá, levou quem trouxe

Com o saxofone mavioso no bico doce...



Colocava música no coração das pessoas

Um pouco de céu na alma humana

E o Roque Rodrigues talentoso e batalhador

Vive ainda em todo afeto e esplendor...



Tocou na Banda Furiosa, na Orquestra Fronteira

Em todas as coisas que labutou foi vencedor

Mas a música era sua marcha estradeira

E o saxofone a sua marcha luzeira de talento e amor...



Semeou de notas musicais nosso chão de estrelas

Dançamos Love is Blue com a ‘mina’ nos braços

E ele ali, com seu brilhante saxofone plangente

Enternurando os bailes nos idos de antigamente



-Quem me conceder a honra dessa dança, Senhorita?

-Não posso, sou comprometida...

-Vai dar tábua, bonita?

-Só se o Roquinho solar Love Story aí eu me desmancho na partitura da vida...



Os Bailes no Clube Atlético Fronteira

A Furiosa na Praça Coronel Jordão

E o Roque Rodrigues no seu saxofone

Harmoniando de musica nosso chão...



-Essa Musica o Cantinho da Saudade dedica

Ao Roque Rodrigues; por uma vida tão linda, uma existência tão rica

E quem quiser pedir bis par o saxofonista Roquinho

Que vá estudar harmonia, música e ritmo; para também ser artista...



-À benção Roquinho Saxofonista de Itararé

Nosso belo rincão encantado!

-Deus te abençoe guri, Poetinha...



No vento serelepe a música de um saxofone de amarelo dourado

Vem de algum tempo... - De algum lugar do passado

Para no “cantinho da saudade” tocar dobrado...

-0-

Cyber Poeta Silas Correa Leite

Santa Itararé das Letras, das Musicas, das Pinturas

Blog: WWW.artistasdeitarare.blogspto.,com/

E-mail: poesilas@terra.com.br

Poema da Série “Memórias da Cidade Poema de Itararé”







quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Hoje Eu Acordei - Poema Dedicado a Bill Gates

HOJE EU ACORDEI...


Para Bill Gates



Hoje eu acordei assim... meio sem sinal

Pois nada de mim me ligava a nada...

Um alto sol ardido como baita sonrisal

E eu espumando a manhã raiada...



Faltava luz, faltava força, faltava o primordial

Nem Tim, nem Claro, nem Oi, nem Vivo; alma lavada

Eu era meio alguma coisa ali e tinha o essencial

Um horizonte aberto para o ar puro da jornada



Sem IPod, MP3, tablet, e-book, facebook… nada igual

Café frio, leite quente; a mesmíssima velha torrada

Senti-me um leque de seda se abrindo pro mundo real

Janelas, portas, coração com mimo: a alma habitada...



Súbito me sobe o sindico histérico feito um bagual

Dizendo da conexão do condomínio Flamboyant cortada

Se queria fazer pro suporte técnico a reclamação formal

Pelo prejuízo a todos causados na silencitude sitiada



Desliguei chorando... Esqueci TV, internet, celular, jornal

Quem mesmo era eu de novo ali - vida escancarada?

Um ser puro e pleno querendo me livrar de ser social

Sem qualquer rede de uma contemporaneidade ilhada



Estamos cercados no muro de tudo ser virtual

Que vida besta meu Deus – E a infância; e a juventude errada?

Filhos da Xuxa, do Orkut, do Twitter – filhos de ninguém e nada

Que falta de amor, de luz, de Deus, de afeto real?



A internet substitui a família; somos senhas. E a estrada

Esgotando horizontes entre arranha-céus e a escada

Guaritas, medos, rabos, antenas... e uma solidão pilhada

Tantas neuras, drogas. E a gaiola do vivencial fechada...



Voltei a dormir meu insano turno naquela nova estada

Sonhei uma outra vida, outro mundo, uma outra jornada

Muito além de mim, desse progresso, moderno, sacrificial

Porque talvez sonhando eu me livrasse de todo mal..

Mas muito triste acordei chorando de madrugada

A luz acesa, a tevê ligada, o computador dando o sinal

Que pesadelo de insano consumismo é uma rede social

Se as infovias efêmeras já não nos levam a nada?



-0-



Silas Correa Leite

Santa Itararé das Letras

E-mail poesilas@terra.com.br

WWW.portas-lapsos.zip.net





Itararé na Semana do Livro Digital, Cyber Poeta Silas Correa Leite

Itarareeense no evento:



A versão tupiniquim da “Read an eBook Week”, promoção de livro digital que começou no Canadá e nos EUA. Aqui vai se chamar SEMANA DO LIVRO DIGITAL e será entre 3 e 9 de março, com descontos e mesmo ebook gratuitos (...Jornal Estadão/Caderno Sabático 23.02.13). Entre outros livros a serem disponibilizados no evento, estará o ebook de sucesso chamado “O RINOCERONTE DE CLARICE” do Cyber Poeta e escritor premiado Silas Correa Leite, de Itararé-SP. Esta obra é o primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, com onze contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, obra pioneira, de vanguarda e única no gênero, destaque na mídia, inclusive televisiva, e tese de mestrados e mesmo de doutorado pela UFAL. A Fundação DORINA de SP deve também converter a obra de literatura brasileira contemporânea em Braile. O autor tentará junto a IMESP-Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, lançá-la futuramente impressa, tendo em vista esse handicap historial. O Cyber Poeta Silas, ganhador de prêmios de renome, até internacionais, foi tachado pelo site Capitu de “O Neomaldito da Web”. Colabora atualmente em mais de seiscentos links da net, até no exterior, foi reportagem pelo Jornal da Noite, TV Bandeirantes/Márcia Peltier, no Metrópolis e também entrevistado no Provocações (Antonio Abujamra), ambos da TV Cultura de SP. Blogueiro premiado do UOL com seu link WWW.portas-lapsos.zip.net, o cyber poeta Silas, Educador, Jornalista Comunitário, ficcionista, ensaísta e critico literário, ganhou entre outros o Prêmio Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor (Secretaria de Cultura do Estado de SP), Prêmios Simetria (microcontos) e Instituto Piaget (cancioneiro infantojuvenil), ambos em Portugal, e, além desse e-book de sucesso lançou os livros Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print, SP, Campo de Trigo Com Corvos, contos Premiados, Editora Design, SC, inscrito para finalista do Prêmio Telecom Portugal, e O Homem Que Virou Cerveja, Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Editora Primus/Giz, SP, Prêmio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador Bahia, e está com um romance aprovado pela editora LetraSelvagem e um livro de poemas aprovado pela Editora Multifoco, RJ. Pesquisando o nome do autor na web, o leitor vai achá-lo com Twitter-contos, Twitter-poemas e umhilário e cult leque de criações chamado Silas e suas siladas, além de achá-lo também em quase todas as redes sociais.



Promoção: Veja LINK



http://revolucaoebook.com.br/veja-quem-garantiu-sua-presenca-semana-livro-digital/



Livro de Itarareense na Primeira Semana de Livro Digital

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

TURISMO EM ITARARÉ, CIDADE POEMA



ITARARÉ (SP) - Trilha Ecológica - Páscoa. 28 a 31/03

Olá Poetas, Seresteiros, Turistas, Extraterrestres Viajosos, participem de mais uma inesquecível caminhada com a ACACS-SP !

Uma cidade cheia de beleza e cenários surpreendentes e relaxantes. Assim é Itararé, na região sudoeste do estado de São Paulo, divisa do estado de São Paulo com o Paraná. O nome da cidade em tupi-guarani significa “pedra que o rio escavou”. O rio Itararé, que corta o município nasce no bairro de Pinhalzinho, a 40 quilômetros da cidade onde a altitude é de 900 metros. O rio vence os desníveis, rompendo as rochas de arenito da região e, chega até a região do Corisco. Dali, até o Bairro de Coronel Izaltino, num trecho de 20 quilômetros, o rio e a natureza fizeram uma obra maravilhosa.



São cânions, grutas, fendas, túneis, cachoeiras, cascatas, “chuveirinhos” e minas de águas cristalinas. Perfeitos para quem quer se aventurar e relaxar. A cidade de Itararé conta com uma excepcional biodiversidade de flora e fauna devido ao encontro harmonioso do cerrado com os campos gerais, já característicos da região Sul do país. Localizada no sudoeste do Estado de São Paulo, Itararé tem uma extensão de 1.187 quilômetros quadrados. A altitude da sede é de 750 metros, com um relevo suavemente ondulado. Há vários tipos de solo, como terra roxa e o solo vermelho escuro. Conta com um extenso planalto, circundado pelo final da serra de Paranapiacaba e inicio da Serra Geral, que corta todo o sul do país. Chega a atingir a elevação máxima de 1.200 metros acima do nível do mar.

PROGRAMAÇÃO:

1º dia 28/03/2013: Quinta-feira – Apresentação às 20:30h, no Terminal Sumaré do metrô, na rua Oscar Freire, com saída às 21:00h – com tolerância máxima de 15 minutos de atraso.



2º dia 29/03/2013: Sexta-feira – Passeio com destino a Cachoeira do Lageado Grande, pequena caminhada (500 metros) até a cachoeira. Depois de alguns banhos, seguiremos para a parte de cima da mesma, onde encontraremos mais piscinas naturais e poços borbulhantes. Após um lanche de trilha, seguiremos para o cânion do Jaguaricatu, aonde há paredões em arenito, com aproximadamente 80 - 100 metros, que formam um mirante natural. No final de passeio o ônibus estará esperando na parte de cima próxima ao cânion, não precisando descer toda a estrada de novo. O trecho terá uma média de 10 quilômetros e, segue por estradas e por um pequeno trecho por trilhas. Retorno aproximadamente às 18:00h horas. A noite, um jantar em restaurante típico.



3º dia 30/03/2013: Sábado – Trilhas das Cachoeiras: Um passeio um pouco mais longo, com um percurso de aproximadamente 14 kms. (ida e volta), passando por diversas cachoeiras, sendo elas: Da Cabeceira, dos Veadinhos, dos Bugres, do Lajeadão, e do Poço Fundo, todas com opções para banhos em suas piscinas naturais. Ao final da trilha, será servido um lanche em uma fazenda, na verdade, um super café de fazenda, com direito a café com leite, bolinho de chuva, queijo branco, goiabada, bolo, pão caseiro, geléias e outras guloseimas. O café é uma atração do passeio e já se tornou tradicional nesta trilha. Previsão de retorno 19:00h. A noite, um jantar em forma de "pizzada" .



4º dia 31/03/2013: Domingo - Passeio leve de apenas meio período, aonde iremos conhecer a Cachoeira do Lago Azul, local aonde poderemos apreciar o belíssimo poço com uma coloração azul e, muitas opções para banhos. Logo após, iremos conhecer a Represa do Vale dom Codó, local muito interessante devido à engenharia empregada no local e, com um visual magnífico para fotografias. Almoço em restaurante na cidade.

INVESTIMENTO:

a) Associados em dia com anuidade: R$ 780, 00 ou 3 parcela de R$ 260,00.

b) Não Associados:R$ 830,00 ou 3 parcelas de R$ 290,00.



ATENÇÃO: Até o dia 09/03/2013, será concedido um desconto de R$30,00 ,para pagamento à vista com depósito na conta corrente da Associação.



O QUE ESTÁ INCLUIDO:

• Hospedagem: 3 pernoites com café da manhã – apartamentos duplos ou triplos no Hotel Paraíso. http://hotelparaiso.wordpress.com/hotel-paraiso-1/

• Transporte: O transporte será feito de ônibus fretado “Executivo”, equipado com toalete e ar condicionado.

• Fretamento de ônibus local para apoio no roteiro

• Alimentação: 02 jantares (sexta e sábado), 01 almoço (domingo), 02 lanches de trilha (sexta e Sábado).

• Seguro de trilha: Coberturas conforme condições gerais constantes no contrato de seguro.

• Guia Local: 3 roteiros cuidadosamente preparados com acompanhamento de condutores locais qualificados.

INSCRIÇÕES:

Enquanto houver vagas, pelo e-mail: acacs-sp@santiago.org.br informando: a) nome completo; b) CPF; c) RG; d) data de nascimento; e) tipo sanguíneo, f) telefone celular para contato, g) se já fez Caminho de Santiago, e h) se é vegetariano.

Somente serão consideradas inscritas as pessoas que tiverem efetuado o pagamento (Por favor, em 48 horas após a pré-reserva) e comprovado junto à secretaria da Associação. Caso contrário, a pré-reserva será cancelada, para atendimento de outros participantes.



FORMA DE PAGAMENTO:

Antes de efetuar qualquer pagamento, verifique a existência de vagas. Para o pagamento com cheque, cartão de crédito, ou cartão de débito somente na Sede da Associação ACACS-SP. No pagamento à vista, com depósito identificado bancário ou transferência na conta da associação, solicitamos enviar o comprovante, via fax (11 5549-6160) ou e-mail (acacs-sp@santiago.org.br).



CONDIÇÕES:

(1) Somente serão consideradas inscritas, as pessoas que tiverem efetuado o pagamento e comprovado o fato, junto à secretaria da Associação.

(2) Não havendo o preenchimento do número mínimo de vagas (25), a Associação se reserva o direito de cancelar a Caminhada Preparatória, devolvendo integralmente os valores recebidos, exceto nos casos de recebimento em cartão de crédito.

(3) Efetue o pagamento até 48 horas após a confirmação da disponibilidade da vaga, caso a ACACS não receba a confirmação do pagamento, efetuará o cancelamento, necessitando realizar uma nova inscrição (pré-reserva), se ainda houver disponibilidade de vagas.

(5) A programação está sujeita a adiamento / cancelamento, na hipótese de chuva forte que impeça a realização da caminhada.



CANCELAMENTOS E DEVOLUÇÕES

Será aceito o cancelamento de inscrições desde que feito com antecedência. Haverá restituição proporcional, nos seguintes percentuais:

- 90% caso o cancelamento ocorra até 10 dias antes da data da viagem;

- 80% caso o cancelamento ocorra entre o décimo (10º) dia e até 48 horas do início da viagem.

- 0% se o cancelamento ocorrer a 48 horas do início da viagem.

Caso no ato do cancelamento o usuário apresente um substituto, será aceita esta transferência de direitos, desde que feita antes de 48 horas do início da viagem(devido ao contrato de seguro), sem custos ou ressarcimentos.

O QUE LEVAR:

Mochila de ataque, roupa de banho para a piscina, um par de tênis ou botas de caminhadas (de preferência já amaciadas), cantil ou garrafinhas de água, roupas leves mais velhas (para molhar e sujar), chapéu de abas ou boné, capa de chuva, medicamentos pessoais, repelente, protetor solar, bastão de caminhada ou cajado, máquina fotográfica ou filmadora, troca de roupa para deixar no ônibus; maiôs ou shorts; par de chinelos; agasalho; saquinhos de lixo para colocar roupas e tênis molhados, na hora de voltar, e

Muita Disposição !!!!!!!!!



“Inscreva-se já! Vagas limitadas! Ajude-nos a transformar esta iniciativa em mais um sucesso. Venha caminhar conosco!”



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domingo, 27 de janeiro de 2013

Itararé Se Levanta Com Cristina Ghizzi



Itararé se Levanta!


– Há buracos nas ruas de Itararé. Há buracos nos cofres públicos. Buracos nas falas pisadas de pessoas (inocentes inúteis) querendo defender o indefensável. Buracos nas memórias desgarradas, confianças sublimadas e significações dúbias. Muita moral esburacada. Emoções frustradas com graves buracos historiais de dezelo público. Buracos em derrotados egos inflamados sem qualquer norteamento ético. Por erros jurídicos e morais, por essas e outras, Itararé está, literalmente no buraco. Há um buraco na consciência cívica das pessoas ludibriadas. E os que lucraram com isso? Buracos de remorso. Há até hediondos críticos de ocasião querendo aparecer, opositores suspeitos com buracos na consciência. Almas vendidas que buracos têm? Itararé que foi a capital do trigo, capital do minério, capital do feijão, capital artístico-cultural da região, tornou-se por causa disso em 16 anos de más gestões, a capital dos buracos. Itararé precisa urgentemente deixar de ser a triste capital dos buracos. Só sairemos desse buraco histórico, vergonhoso para a politica e a sociedade, buraco financeiro e moral, de mãos dadas. De mãos limpas. Somando esforços, somando e ideias, unindo princípios de norteamento construtivista qualitativo. Atacando uns e outros, sem vezo historial e conhecimento de atos e fatos, inclusive jurídico-legais, afundaremos ainda mais. Itararé se levanta e todos nós nos levantaremos, por amor à Itararé. Juntos faremos história. Separados, joio e trigo se parecerão, e a cidade perderá com brigas de irrazões e interesses escusos de nefastos bastidores. Separados, divididos, perderemos para nós mesmos. A Alma Itarareense sabe que a esperança é a inteligência da vida. A batalha é nossa mas o povo é razão. Itararé para quem ama Itararé. Os buracos, todos eles, são sequelas de quem não ama Itararé; só lucrou com nossas perdas e danos. Lucrou com esses buracos. Abaixo os buracos. Acima Itararé. Salve Itararé. SEMPRE HAVERÁ ITARARÉ. Todos por Itararé e Itararé por todos. Itararé, verás que os verdadeiros filhos teus não fogem à luta (Poetinha Silas e Clã dos Fanáticos Por Itararé) - WWW.itarare.com.br/silas.htm

sábado, 24 de novembro de 2012

Poema de Natal Itararé 2012


Poema de Natal 2012
“Infância, Canto e Dor”
Para Fatoumata Diawara (Cantora Malinesa)

Escrevo porque tenho a necessidade de cantar.
Entre os beduínos, o homem que conduz os camelos, quando está só no deserto,
Ele canta. Eu estou lá.
Eu estou só e canto sobre a vida, sobre mim.
Outros vão escutar e, talvez, cantar também...
(Poeta Árabe Khalid Al-Maaly)

Começaste a cantar nas ruas, para recolher migalhas
Para colocar comida em casa – Eras uma criança
Cantavas em casamentos, batizados, becos de sombras, pontas de ruas, e dizias:
-Gente, eu Canto porque tenho fome...
Perdoem se meu canto é rude e primário e amargo e triste.
Se minha dor entrar em transe, e meu canto for melancólico, perdoem
Minha mãe meus irmãos precisam comer...
(Eu poderia morrer – sobraria mais comida pra todos eles
Mas, quem os sustentaria com o canto triste, feito um pardal rueiro?)
Ainda muito criança de tudo, cantaste nas ruas
Nas praças; a voz de inicio fraca como uma taquara rachada
Mas a dor engrossa a voz, afina a alma, tange a tristice. E os sentimentos  rompem como um canto da Terra de Guilgamesh
Olhem meus olhos. São tristes. Olhem minha cara. Tenho cara de pobre? Pois eu sou pobre.
Minha infância, meu canto, minha voz soando nos corações, o que diz?
Meus olhos às vezes ficam marejados quando eu canto.
(As pessoas não compreendem a dor que eu sinto.
Sou eu essa voz, essa dor, esse canto.)
Uma criança canta para a família não morrer de fome.
Não tenho dinheiro nem para alugar um simples tambor barato que me acompanhe feito um coração serelepe.
Não tenho forças nem para bater palmas com o meu cantar
Não tenho muita força nem para me manter em pé, me sustentar. Sou uma criança...
Mas é o meu canto que me segura; minha voz sustenta meu corpo fraco
Sou todo eu, essa voz que vocês ouvem
(Mas alguns me olham detravessado
Alguns se repugnam, como se eu fosse uma criança leprosa
Alguns têm medo da minha tristeza e da minha miséria
Mas eu sou só uma criança pobre de rua que canta)
Perdoem meu canto, minha dor de existir; preciso levar algumas moedas para casa
Para podemos louvar a Deus antes do prato de sopa de pedras
Perdoem se minhas lágrimas estão nos meus cantos, nas minhas vestes simples, nas minhas palavras...
Não posso nem dançar uma dança tribal; eu morreria de cansado, eu não teria forçar para sobreviver cantando e dançando
Então eu danço com a voz; perdoem o tambor do meu coração sofrido
Perdoem se eu sou uma criança com fome que canta
Levem meu Canto para onde forem. Suas casas, palácios, igrejas e clubes.
E cantem vossos cantos por mim também, em meu nome, em nome daqueles que vocês adornam no presépio elétrico...
Todos os dias as pessoas se afastam da religião e vão em busca de um Deus verdadeiro
Mas eu tenho fome, e tenho sede – e preciso das migalhas que caem das mesas de vocês...
Se vocês puderem me ajudar; seu não tiver atrapalhando o comércio e o lucro de vocês (e os deuses de vocês - e as guerras de vocês)
Sei que às vezes para os sábios, a fé remove religião, mas a única religião deveria ser o amor...
Mas, o que uma criança pode entender, se não só cantar a sua angústia, a sua opressão, a sua dor; a dor que lhe deram
E precisa se sustentar nessa dor para sobreviver
E levar alguns tostões para casa. E dizer à mãe abandonada; e dizer aos irmãos humildes e esperançosos: -Eis o meu suor, eis a minha dor, eis o meu sangue...
Comei e bebei de mim, de minha dor, de meu amor, de minha fé.

E todos se alimentarão do meu canto em sangue. E do meu amor lavrado de cantagonias...
-0-
Silas Correa Leite – Santa Itararé das Artes, Cidade Poema